jlaM

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  1. A plataforma é confiável, sim. Pode ir na fé!
  2. Gears 5 é o novo game da franquia exclusiva da Microsoft para o Xbox One. Com a premissa de criar uma renovação sem perder a sua essência, o jogo aposta em uma Campanha mais longa, visual de cair o queixo, enredo envolvente e muitos modos multiplayers. Confira o review completo: Mais quem um shooter, um universo em expansão Depois de cinco capítulos, sendo esse o segundo no console da atual geração, Gears (que agora não é mais Of War) se consolida como uma das maiores franquias da Microsoft para o seu console exclusivo. O que começou como um simples shooter contra alienígenas, hoje se dá ao luxo de ter um mundo cujo enredo pode ser expansivo para além dos games, o que inclui desenhos, livros, quadrinhos, etc. Gears 5 mostra o quanto vasto é esse mundo, brincando em criar novos rumos na história, reviver situações que para muitos passaram despercebidas, e ainda criar reviravoltas que já se tornaram uma marca registrada da série. Ganha quem acompanha a franquia desde o seu primeiro título, onde há uma série de referência, tanto a personagens, como a eventos passados. Com isso, me arrisco a dizer que caso você seja um marinheiro de primeira viagem, a história não terá metade da graça que aqueles que acompanham a saga desde o inicio terão. O jogo continua a história mais atual da franquia, que começou em Gears of War 4. No protagonismo, há o quarteto composto por Kait Diaz, Del Walker, JD e Marcus Fenix - sim, o mais famoso personagem da série voltou de vez. Embora o jovem Fenix seja o foco das atenções no primeiro momento do jogo, é Kait quem brilha em Gears 5, concretizando muito do que o capítulo anterior já apontava. A jovem precisa lidar com fantasmas do passado, ao mesmo tempo em que muito da sua história, e principalmente a de seus pais, começa a ser revelada ao jogador. E aqueles que acharem ruim ver a família Fenix como coadjuvante da trama, após a conclusão da longa Campanha, dificilmente irão manter tal opinião. A forma com que a personagem foi construída faz com que as ramificações no enredo, citadas anteriormente, façam muito sentido, comprovando que Gear 5 pode ser um ponto inicial para a expansão da história da franquia. Uma obra de arte extremamente detalhista Os gráficos sempre foram um elemento no qual Gears of War foi referência. E o novo capítulo não faz feio, pelo contrário, não é exagero algum dizer que o game tem o visual mais bonito e realista feito até hoje, seja na composição de seus personagens e cenários, como na ambientação e cenas de animação de tirar o fôlego. Gears 5 tem tanto segurança na parte visual que brinca de entregar a cada capítulo um mundo mais rico em detalhes e ambientação. Entre eles, destaco o Capítulo 2 que impressiona desde os primeiros passos no mundo gelado de até sua despedida carregada de cenas de ação muito bem desenhadas. Confesso que por muitos momentos me desliguei da vida admirando as paisagens cobertas de gelo e neve enquanto deslizava sobre o meu Bote. Até mesmo os personagens da franquia e a sua famosa composição "carrancuda" tiveram melhorias. Elas fazem com que não sejam tão brutamontes, ao mesmo tempo em que não perdem suas características, trazendo um traço mais suave tanto na composição de suas estruturas físicas, como nas suas armaduras e outras vestimentas. Mas o que mais me chamou atenção mesmo foi o capricho com cada detalhe das centenas de localidades por onde passamos ao longo do enredo. Desde um laboratório com ferramentas cirúrgicas enfileiradas em uma mesa, até casas destruídas com o que sobrou de seus móveis, tudo com uma composição muito realista. Nos testes, Gear 5 rodou em um PC com a seguinte configuração: Placa de Vídeo: GeForce RTX 2080 Processador Intel i7 8700 Memória RAM: 16GB DDR4 XPG Mesmo com um hardware que ajuda demais a rodar o jogo com todos os elementos visuais na configuração Ultra, Gears 5 é um jogo belo até mesmo no Xbox One "comum". Sim! Há uma diferença enorme entre a versão para Xbox One X ou PC, para o console mais simples da atual geração. Mas o trabalho foi tão bem feito pela The Coalition que seu título se dá ao luxo de ter a sua "pior" versão com uma qualidade superior a de qualquer outro jogo para o videogame. A velha jogabilidade com uma pitada de inovação A jogabilidade de Gears of War é sempre um assunto que rende discussão. Ao mesmo tempo em que é defendida com unhas e dentes por sua legião de fãs, outra parte do público questiona o que seria uma mecânica "mais do mesmo" - para muitos até o elemento que mais desagrada na franquia. Para o que o game se propõe, Gears 5 faz muito bem a lição de casa e traz uma jogabilidade quase idêntica ao que foi apresentado em GoW 4. Basicamente, o jogo ainda traz como elemento chave o seu sistema de cobertura, do qual muitos tentaram copiar, mas pouco tiveram êxito. Mas também há espaço para algumas inovações. A primeira dela é o seu robô, chamado carinhosamente de Jack. Ele possui uma série de funções, como paralisar adversários, abrir portas e arrombar cofres. Também serve como desculpa para a franquia ter um sistema de habilidade, mesmo que ainda seja simples e de pouca influência no progresso. O que acham atenção é o quanto Jack mexe com a mecânica de combate. Por exemplo, agora é possível "revelar"inimigos que insistem em se proteger atrás de estruturas. O robô pode enviar um poderoso choque que levanta o oponente e faz com que ele fique vulnerável para ser alvejado. Jack também traz habilidades defensivas, que criam uma armadura provisória e bem resistente aos personagens. E, na minha opinião, a melhor de suas habilidades: a de reviver um companheiro de time ou os próprios protagonistas, que antes dependiam da boa vontade da I.A em levar um aliado para a sua ressuscitação. Outra novidade é o Bote utilizado para frequentar áreas cujo cenário é mais amplo que o convencional. Antes é preciso dizer que Gears 5 continua sendo um jogo linear, onde é praticamente impossível se perder do objetivo principal ou ficar sem saber para qual direção seguir. Entretanto, há uma sensação de exploração maior do que qualquer outro jogo da série, principalmente nesse momento, onde é possível adentrar partes do mapa atrás de itens colecionáveis e até cumprir rápidas e simples missões secundárias. Versus de sempre, retorno do Horda e o divertido Fuga Como de praxe, Gear 5 traz uma enorme variedade de Modos, o que ajuda a prolongar a vida útil do jogo. O seu modo Versus permanece praticamente o mesmo, com partidas Um contra Todos, Time contra Time, etc. Destaque para a personalização do seu personagem, que inclui Sarah Connor e a famosa caveira metálica T-800, ambos frutos de uma parceria entre o jogo e o próximo filme da franquia Exterminador do Futuro. O modo Horda, que retorna a pedido dos fãs, coloca você e mais quatro jogadores para combaterem até 50 ondas de inimigos, com a dificuldade aumentando a cada rodada. Já o modo Fuga chega como um dos grandes atrativos do jogo. Nele, você e mais três jogadores precisam fugir de uma determinada área com recursos limitados e um tempo para ser cumprido. Entretanto, há elementos de estratégia e competitivo que tornam o modo ainda mais atrativo. Além de um ranking com pontuação separada, os recursos disponíveis no mapa, armas e munição, são únicos, ou seja, você e seus companheiros brigam pelos mesmo itens. A cereja do bola é a opção de criar mapas e compartilha-los com a comunidade do jogo. Entretanto, durante o período de testes, foi quase impossível permanecer mais de uma hora sem qualquer problema nesses modos. Além de frequentes desconexões, muito do meu progresso dentro dos modos não foi registrado, o que fez com que todo o esforço fosse em vão. Torço para que isso seja prontamente corrigido assim que o game chegar às lojas. Imperdível Gears 5 consolida a franquia como a mais expressiva da era Xbox One. Seus gráficos deixam jogo um passo a frente que qualquer outro no quesito visual, servindo como uma prévia do que a próxima geração nos reserva. Já a sua jogabilidade, continua caindo como uma luva para o que o game propõe, mas pode parecer linear e batida demais para outros jogadores não adeptos à saga. Gears 5 é um game obrigatório para quem possui um Xbox One e a resposta perfeita para quem duvidava do peso dos títulos exclusivos da Microsoft. Fonte: TechTudo
  3. A equipe brasileira da MIBR foi confirmada em mais um desafio após a reformulação do elenco. Na manhã desta terça-feira (10), os brasileiros foram anunciados como uma das equipes participantes do V4 Future Esports Festival. Além da MIBR, outras equipes também foram confirmadas no campeonato. No Grupo A, a mousesports divide espaço com a Virtus.pro, Tricked e EZ4ME. Compõe o Grupo B, além da MIBR, a Ninjas in Pyjamas, GAMERZONE e adwokacik. A competição será realizada em formato de dupla eliminação e os três primeiros de cada grupos irão avançar aos playoffs. A fase decisiva será disputada em formato de eliminação simples. Todas as partidas serão MD3. Será o segundo evento que a adição recente da equipe, Vito “kNg” Giuseppe, competirá pelo novo time. Antes, a MIBR irá para Moscou e participará da BLAST Pro Series. A V4 Future Esports Festival será realizada entre os dias 18 e 22 de setembro, em Budapeste, Hungria e terá uma premiação total de € 300 mil. Fonte: Mais eSports
  4. O StarLadder Berlin Major 2019 de Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO) terminou neste domingo (8) com o tetracampeonato mundial da Astralis. Os dinamarqueses derrotaram a AVANGAR na final e subiram para a segunda colocação do ranking da HLTV. Além do título europeu, o Major contou com outros destaques individuais. Confira, a seguir, atletas que brilharam em estatísticas como rating, headshots e eliminações. Rating 2.0 Denis ''electronic'' foi o atleta com o maior rating do campeonato (1.31). O rifler da Natus Vincere se apresentou de forma consistente e foi um dos destaques do quinteto europeu. O rating é a estatística mais importante do Counter-Strike, pois, traduz, de forma precisa, a performance individual dos jogadores em um determinado período. O cálculo leva em conta algumas variáveis como taxa de eliminações, impacto e dano. 1º – electronic (Na'Vi) – 1.31; 2º – allu (ENCE) – 1.27; 3º – Kjaerbye (North) – 1.27. Dano por round Denis ''electronic'' também foi o atleta com a maior taxa de dano por round (92.5). O jogador russo brilhou ofensivamente pela Na'Vi e foi a maior fonte de kills da organização ucraniana. Contra a MIBR, por exemplo, o rifler foi o grande destaque do confronto que eliminou o time brasileiro. Na série, electronic esteve no topo do ranking de eliminações (59) e ADR (119.8). Markus ''Kjaerbye'' e Jonathan ''EliGE'' completam o pódio. 1º – electronic (Na'Vi) – 92.5; 2º – Kjaerbye (North) – 91.1; 3º – EliGE (Liquid) – 87.9. Eliminações totais Nicolai ''device'', MVP do StarLadder Berlin Major 2019, liderou a categoria ''eliminações totais''. O AWPer da Astralis foi o atleta que mais acumulou kills no torneio (313), independentemente da arma utilizada. Junto com os seus companheiros, o dinamarquês conquistou o título da competição e alcançou o tetracampeonato mundial, entrando para a história do CS:GO. 1º – device (Astralis) – 313; 2º – jkaem (Renegades) – 283; 3º – Magisk (Astralis) – 282. KAST Aleksandr ''s1mple'', atual melhor do mundo e AWPer da Na'Vi, terminou a campanha no topo do ranking KAST (Kill Assist Survived Traded) com 79% de participação. A estatística analisa a atividade de um jogador, isto é, o cálculo identifica a porcentagem de rounds totais em que o player executou pelo menos uma destas quatro ações: eliminação, assistência, sobrevivência ou troca. Jere ''sergej'' e Philip ''aizy'' completam o top 3. 1º – s1mple (Na'Vi) – 79%; 2º – sergej (ENCE) – 77.6%; 3º – aizy (North) – 77%. Headshots totais Justin ''jks'' se despediu da Alemanha na liderança de headshots totais (154), ou seja, eliminações com tiros na cabeça. O rifler da Renegades foi um dos principais nomes da histórica campanha australiana. A organização da Oceania eliminou equipes de peso como ENCE e G2 Esports, chegou longe nos playoffs e alcançou as semifinais da competição. Sanjar ''SANJI'' e Alexey ''qikert'', ambos da AVANGAR, também brilharam no quesito. 1º – jks (Renegades) – 79%; 2º – SANJI (AVANGAR) – 77.6%; 3º – qikert (AVANGAR) – 77%. Fonte: TechTudo
  5. Tenho HTv 5 há uns 2 anos. Tirando um período que ficou fora do ar por problemas de serviço - à época até teve alguns boatos de que o negócio já era - nunca tive problemas. Quando comprei, tinha uma internet à rádio de 5mb na minha casa. Os canais carregaram com qualidade HD, em alguns casos, SD, mas ainda assim dava pra assistir tranquilamente. Quando a internet passou a ser cabeada, não tive mais problema com qualidade dos canais. Com WiFi, realmente, é uma bosta! Hoje que tenho internet de 100mb fibra, não tenho problemas. Não existe mensalidade, anuidade, nem nada do gênero. Apenas tenha certeza de que sua internet não possui limitação de banda.
  6. A agenda da BLAST Pro Series Moscow 2019 de Counter-Strike: Global Offensive está definida. A MIBR será a representante brasileira na competição e estreia contra a Natus Vincere. O torneio acontece na Rússia, em Moscou, e terá uma duração de apenas dois dias: 13 e 14 de setembro. Seis equipes disputarão entre si o título e a maior parte da premiação de US$ 250 mil - aproximadamente R$ 1 milhão. Confira a agenda completa da BLAST Pro Series Moscow 2019 abaixo no horário de Brasília: 13 de setembro 8h15: forZe vs AVANGAR - MD3 (decisão da última vaga) 14h45: ENCE vs Vitality - MD1 14h45: NiP vs ? - MD1 14h45: Natus Vincere vs MIBR - MD1 16h15: NiP vs MIBR- MD1 16h15: Vitality vs ? - MD1 16h15: Natus Vincere vs ENCE - MD1 14 de setembro 7h30: Natus Vincere vs ? - MD1 7h30: ENCE vs MIBR - MD1 7h30: Vitality vs NiP - MD1 8h50: Natus Vincere vs Vitality - MD1 8h50: MIBR vs ? - MD1 8h50: NiP vs ENCE - MD1 10h10: Vitality vs MIBR - MD1 10h10: ENCE vs ? - MD1 10h10: Natus Vincere vs NiP - MD1 11h30: BLAST Pro Series Stand-off 12h30: Grand final - MD3 A BLAST Pro Series Moscow é um dos últimos eventos da organizadora no ano. Além dele, a RFRSH Entertainment tem apenas mais dois marcados - Copenhagen 2019 e Global Final - completando sete em apenas um ano competitivo. Fonte: Versus
  7. Dependendo desse amigo, é um ótimo negócio. Tenho o meu desde o lançamento (acho que em 2016 ou 2017, não lembro) e atende todas as minhas necessidades. Roda jogos muito bem, tira fotos satisfatórias e não costuma travar. Além de ter a opção de bloquear/desbloquear com a digital, que é algo muito útil.
  8. Tirando a melhor opção de todas (que é arrastar para o GGames), gosto muito do imgBB.
  9. Sou suspeito pra falar! Na mesma playlist tenho música gospel, sertanejo, sofrência, rock, heavy metal...
  10. 100mb fibra óptica no interiorrrr de Goiás! ;D
  11. jlaM

    Vocês usam PC ou Mac

    PC, claro. Afinal, preciso manter meu nome limpo!
  12. Cara, preciso voltar no tempo para isso aí... O que mais gostei de brincar até hoje foi o Drive, no PS1 ou PS2, não me lembro. O que eu achei mais top (gráficos, história e afins), foi a série Uncharted.
  13. Sensacional! Mas acho que a original nunca será substituída (principalmente por essas bandas)...