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Criaram um “Street Fighter do STF” e sim, você pode colocar os ministros para sair no soco

Supremo Tribunal Fighter transforma ministros do STF em personagens de um jogo de luta com pixel art, golpes especiais e cenários inspirados em Brasília.

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Criaram um “Street Fighter do STF” e sim, você pode colocar os ministros para sair no soco

O Brasil chegou oficialmente naquele ponto em que até o Supremo Tribunal Federal pode virar videogame.

Um jogo chamado Supremo Tribunal Fighter transformou ministros do STF em personagens de um game de luta com visual em pixel art, cenários inspirados em Brasília e combates que lembram os clássicos arcades dos anos 1990.

E não, isso não é montagem.

O jogo existe, funciona diretamente pelo navegador e permite escolher entre os dez ministros que atualmente compõem o STF para disputar confrontos virtuais.

Criaram um “Street Fighter do STF” e sim, você pode colocar os ministros para sair no soco

É praticamente um Street Fighter do STF

A comparação com os clássicos jogos de luta é inevitável.

Supremo Tribunal Fighter possui seleção de personagens, barras de energia, golpes especiais, partidas um contra um e cenários em pixel art.

Entre os personagens disponíveis estão:

  • Alexandre de Moraes;
  • André Mendonça;
  • Cármen Lúcia;
  • Cristiano Zanin;
  • Dias Toffoli;
  • Edson Fachin;
  • Flávio Dino;
  • Gilmar Mendes;
  • Luiz Fux;
  • Nunes Marques.

Ou seja, é possível escolher um ministro, entrar na arena e descobrir quem leva a melhor no mundo dos videogames.

O jogo foi criado com inteligência artificial

A história por trás do projeto talvez seja tão curiosa quanto o próprio jogo.

Supremo Tribunal Fighter foi criado por Felipe Pacheco, responsável pela CR_IA, empresa voltada a pesquisa e educação em inteligência artificial.

Segundo Pacheco, ferramentas de IA foram utilizadas em praticamente todo o processo de produção, incluindo referências visuais, ilustrações dos personagens, cenários, mecânicas, músicas e efeitos sonoros.

Na prática, o projeto acaba funcionando também como uma demonstração curiosa do quanto ferramentas generativas já conseguem participar da criação de um jogo completo.

Tem Brasília, plenário do STF e até Praça dos Três Poderes

Os cenários também fazem parte da piada.

As batalhas podem acontecer em ambientes inspirados em pontos conhecidos de Brasília, incluindo:

  • plenário do STF;
  • Congresso Nacional;
  • Praça dos Três Poderes;
  • outros ambientes ligados ao universo político brasileiro.

Tudo é apresentado com visual retrô, reforçando a sensação de estar jogando um arcade perdido dos anos 1990.

Só que estrelado por ministros do Supremo.

Tem golpes especiais e até golpe “Supremo”

A brincadeira não termina na escolha dos personagens.

O jogo traz comandos para ataques normais, defesa e habilidades especiais.

Há ainda um golpe chamado “Supremo”, que funciona como um dos ataques especiais das partidas.

No PC, a experiência lembra bastante os antigos jogos de luta para dois jogadores no mesmo teclado.

Quais modos estão disponíveis?

Supremo Tribunal Fighter conta com diferentes formas de jogar.

Entre elas estão:

  • modo Arcade;
  • partidas contra a inteligência artificial;
  • confrontos livres;
  • modo Versus para dois jogadores.

Isso significa que também é possível chamar alguém para decidir, de uma vez por todas, quem possui o ministro mais forte do teclado.

Precisa instalar?

Não.

Uma das vantagens do jogo é que ele pode ser executado diretamente pelo navegador neste link.

Não é necessário instalar cliente, launcher ou baixar arquivos enormes.

Basta acessar o jogo, escolher um personagem e começar a luta.

Onde aprender a jogar Supremo Tribunal Fighter?

Se você realmente quiser levar a brincadeira a sério, já temos um guia completo mostrando personagens, comandos e funcionamento das partidas.

Confira nosso guia de como jogar Supremo Tribunal Fighter.

Assim, esta matéria fica focada na curiosidade do projeto, enquanto o outro conteúdo continua funcionando como tutorial.

Por que esse jogo chamou tanta atenção?

Além da ideia obviamente incomum, o game apareceu em um momento de grande exposição pública do STF.

Nesta terça-feira, 15 de setembro, uma sessão da Corte marcada por fortes discussões entre ministros teve ampla repercussão nas redes sociais e virou assunto até em memes.

O jogo aproveita justamente esse universo de interesse público, misturando acontecimentos atuais, sátira e nostalgia dos fliperamas.

Isso ajuda a explicar por que a ideia chama atenção mesmo de quem normalmente não acompanha jogos independentes.

O Brasil realmente não decepciona

Não sabemos se alguém acordou algum dia pensando:

“Seria ótimo jogar um game de luta com ministros do STF.”

Mas alguém foi lá e fez.

Agora existe um jogo em que o plenário pode virar arena, ministros possuem golpes especiais e discussões jurídicas dão lugar a batalhas em pixel art.

Supremo Tribunal Fighter talvez não seja o jogo de luta que o Brasil pediu.

Mas definitivamente é um dos mais brasileiros possíveis.

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Bruno Tavares

Especialista em WordPress & SEO

Sou fundador do GGames, que começou como um fórum de games criado por mim aos 15 anos e, com o tempo, se transformou também em um portal de notícias. Foi esse projeto que despertou minha paixão por tecnologia e me colocou no caminho do desenvolvimento web.

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