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  1. KINGDOM HEARTS III Kingdom Hearts III levou um bocado de tempo para sair. De verdade. O Kingdom Hearts II saiu em 2005, e, apesar de todos os jogos serem importantes para a narrativa da franquia, a demora entre um título numerado e outro foi cruel para os fãs. E, logo no começo, a Square-Enix faz uma brincadeira e escreve na tela que você está jogando o Kingdom Hearts II.9. O bom humor de quem reconhece a importância de não se levar tão a sério permeia a narrativa e também os personagens, que podem até ter crescido, mas ainda são adolescentes tendo que lidar com frustrações, perdas, mudanças e relacionamentos num geral. É bastante fácil se identificar com algum dos muitos personagens originais da série, como o protagonista Sora ou seu melhor amigo, Riku. Dearly Beloved O elenco do primeiro Kingdom Hearts está de volta Kingdom Hearts III faz um ótimo trabalho em reapresentar seu elenco. A quantidade de personagens é grande, e todos os jogos são referenciados em algum momento da narrativa — inclusive o Union X, de celular. Apesar de não se aprofundar tanto na história e relacionamentos como no 358/2 Days e no Birth by Sleep, o título mais recente da franquia consegue explicar quem são os mocinhos e os vilões de forma simples e, por vezes, didática. Até mesmo a complexa linha do tempo do vilão Xehanort é explicada, ajudando os jogadores a colocarem as peças do quebra-cabeça nos lugares corretos. E agora é a melhor hora para resolver essas charadas acerca do personagem: esse é o último capítulo da saga de Sora contra todas as versões de Xehanort. Por causa disso, quem tem curiosidade para conhecer a franquia, mas não sabe muito bem por onde começar, pode encontrar uma boa opção no KH3. Começar pelo fim nunca fez tanto sentido. A Magia Disney Lá em 2002, quando o primeiro Kingdom Hearts foi lançado, o grande trunfo era a presença dos mundos da Disney, que recontavam o enredo dos filmes e davam às crianças a oportunidade de participar de seus desenhos favoritos. Essa premissa continua em Kingdom Hearts III, que chega até a criar histórias exclusivas para o jogo em alguns mundos. Por outro lado, o mundo de Piratas do Caribe ficou muito datado. Apesar de seu visual ser interessante por mesclar personagens cartunescos como Sora, Donald e Pateta com personagens mais realistas, a história acompanha a trama do terceiro filme — e, quando o jogo foi lançado, já haviam negociações para um reboot da franquia Piratas do Caribe. Além de acertarem no realismo, KH3 também entrega ótimos gráficos nos mundos das animações — na época que o trailer de revelação do mundo de Toy Story foi lançado, as comparações com o original foram inúmeras. A transição entre as animações e o gameplay é extremamente sutil e entrega um resultado de altíssima qualidade. Mestre da Keyblade A movimentação no jogo é ágil e responsiva, fazendo com que Sora corra muito rápido pelos cenários espaçosos. O destaque fica para a verticalidade dos mapas — andar pelas paredes e pular de um lado para o outro são habilidades essenciais para cumprir os objetivos de cada mundo. E não poderia ser diferente, uma vez que as animações da Disney escolhidas envolvem torres altíssimas, geleiras imensas, uma cidade moderna cheia de prédios e prateleiras de brinquedos. Apesar da base permanecer sempre a mesma, mecânicas adicionais são apresentadas ao longo da aventura. Além de ter um celular para tirar selfies, Sora pode entrar em mechas de brinquedo e enfrentar os inimigos ou brincar na neve e atropelar os inimigos com bolas de neve gigantescas. Vou salvar o mundo, mas primeiro, uma selfie O combate é baseado em habilidades que podem ser ligadas ou desligadas no menu. Cada uma delas tem um custo de pontos, e há um limite de pontos que podem ser utilizados, mas, no geral, os jogadores têm bastante liberdade para escolherem a combinação que faz mais sentido com seu estilo de jogo favorito. Os combos podem ser simples ou não, e tanto as lutas no chão quanto as aéreas são satisfatórias — não é tão simples continuar no ar fazendo combos infinitos. As transformações das Keyblades em outras armas são divertidas e acrescentam uma nova camada de complexidade, mas só se o jogador quiser. As atrações, invocações especiais inspiradas nos brinquedos dos parques Disney, são uma adição interessante às mecânicas de Kingdom Hearts e são muito efetivas na hora de enfrentar os inimigos, mas suas animações são longas e, por vezes, cansativas. A parte boa é que seu uso não é obrigatório, caso o jogador não se adapte ou esteja buscando mais desafio nas lutas. O fim da era Xehanort Foram 17 anos fazendo maldades Todos os títulos da franquia são importantes para a história de Kingdom Hearts III, pois todos são conectados pelo mesmo vilão: Xehanort. O jogo faz um ótimo trabalho na hora de dar uma resumida na história para quem não acompanhou tudo — até porque isso exigia muito dinheiro antes das coletâneas 1.5 Remix, 2.5 Remix, 2.8 Final Chapter Prologue e 1.5 + 2.5 Remix. Para jogar tudo no lançamento, era necessário ter um PlayStation 2 (Kingdom Hearts I e II), um PSP (Birth by Sleep), GameBoy Advance (Chain of Memories), Nintendo DS (Coded e 358/2 Days) e Nintendo 3DS (Dream Drop Distance), isso sem falar do mobile. Haja console. Xehanort aprontou poucas e boas ao longo da série e é um dos grandes responsáveis pela confusão toda na trama: ele rouba o corpo de um dos personagens; separa seu coração do corpo, criando um Heartless e um Nobody; fragmenta pedaços de sua escuridão e espalha entre os membros da Organização XIII; viaja no tempo; cria cópias. Ele é um gênio do mal em todos os sentidos, e a conclusão da saga de 17 anos de vilanias é simplesmente épica. Apesar das eventuais interações com vilões durante os mundos da Disney, boa parte da história se desenrola entre um mundo e outro, dando destaque para os personagens originais de Kingdom Hearts. Por estar tudo conectado, as referências a outros personagens são frequentes — até mesmo a alguns que não aparecem nesse último capítulo da saga. Que o seu coração seja sua chave-guia Em um primeiro momento, Kingdom Hearts é um jogo cheio de magia Disney que encanta gerações por conseguir conversar tanto com um público mais infantil quanto com um pessoal um pouco mais velho, apelando para a nostalgia. Para quem acompanha a franquia desde o primeiro jogo em 2002, é como se Sora, Riku e Kairi fossem velhos amigos que cresceram junto com você. O encerramento da saga do Xehanort não é o final da série, e o gancho para a próxima aventura já foi criado. Kingdom Hearts III encerra esse arco com uma mensagem positiva e emocionante sobre amizade e laços interpessoais. O jogo é uma recompensa para quem completou (ou viu) todos os títulos da franquia, dando importância para cada um dos outros oito jogos. Agora, só nos resta esperar por um novo capítulo cheio de reviravoltas, músicas marcantes, cronologia duvidosa e poder da amizade. Fonte: Priscila Ganiko