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  1. Introdução Este guia foi criado com o intuito de ajudar na escolha dos monitores, bem como explicar detalhadamente os diferentes tipos de tecnologia utilizadas em cada um e demonstrar o que faz um monitor ser excelente ao invés de simplesmente bom. Mas o que diferencia excelentes monitores dos bons? Sua quantidade de pixels, número de polegadas, sua cor, frequência? Bem, é isso que iremos explicar abaixo. Ultimamente as empresas têm abusado do marketing no quesito resolução. Há alguns anos surgiram os primeiros monitores Full HD (1920×1080), hoje já temos uma bela evolução nesse aspecto, onde é possível encontrar monitores 4K (3840×2160), e cada vez mais esse número amplia. Resolução Primeiramente, vamos explicar qual a diferença entre ter uma resolução alta ou baixa, mas para isso, necessitamos entender a sua nomenclatura. As resoluções são dadas pela quantidade de pixels, pela largura e altura respectivamente, ou seja, na resolução Full HD, temos 1920 pixels de largura e 1080 pixels de altura. Mas o que é um pixel? Ele é a menor coisa que pode ser exibida em uma tela ou monitor, um aglomerado de pixelsconstitui uma imagem, e quanto mais pixels ela tiver, melhor será sua definição. Pixels per Inch (PPI) Uma coisa que muitos usuários, gamers e até mesmos alguns entusiastas não sabem, mas que é uma coisa que influencia bastante na qualidade de um monitor é sua densidade de pixels. Talvez mais conhecida pela sua sigla em inglês PPI (Pixels Per Inch, ou traduzido ao pé da letra, Pixels por polegada). Como o próprio nome sugere, ela se refere à quantidade de pixels que existem numa polegada. Uma quantia maior significa que você terá mais nitidez e qualidade em sua imagem. Para calculá-la é simples, você pode entrar nesse site e ele irá calcular de acordo com as informações inseridas, ou pode fazê-la a mão usando o teorema de Pitágoras. Agora que já sabemos o que é o PPI e como ele interfere numa imagem, vamos entender a relação com tamanho do monitor. PPI é a razão (divisão) da resolução diagonal pelo tamanho do monitor (polegadas), ou seja, se tivermos uma resolução Full HD num monitor de 24 polegadas, obteremos em torno de 92 PPI, e se usarmos a mesma resolução num monitor de 32 polegadas, obteremos cerca de 68 PPI. Logo, não adianta ter um monitor de 42” e uma baixa resolução. A prova real disso é tentar jogar algo na resolução 1280×720 (Em tela cheia) num monitor que suporte à resolução Full HD, simplesmente horrível, pois a quantidade de PPI irá ser baixa. Painéis Não menos importantes, e variam dependendo da finalidade do usuário, os dois tipos de painéis mais facilmente encontrados em nosso mercado são o TN (Twisted Nematic Film) e IPS (In-Panel Switching). Twisted Nematic Film Eis aqui o preferido pelo público gamer, pelo motivo de suportarem frequências maiores como 120hz e 144hz (antes que perguntem, sim, existem frequências maiores em alguns monitores, como no XL2450). Aliado a um baixo input lag e GTG, sendo assim o mais indicado pra quem joga diariamente, porém nem tudo são flores. Em contrapartida eles têm uma qualidade de imagem, ângulos de visão e cores inferiores se comparados com outros painéis. In-Panel Switching Monitores que utilizam esse tipo de painel se beneficiam por terem um ângulo de visão maior e uma qualidade no quesito “cor” bem superior. Ou seja, quem trabalha com tratamento de imagens ou edição de vídeos tende a beneficiar-se com sua utilização. O seu tempo de resposta é um pouco mais lento, porém nada que irá fazer uma tremenda diferença. Antigamente, o tempo de resposta dos mesmos era bem inferior, fazendo com que esse tipo de painel fosse bem rejeitado pelos gamers. Input Lag / Response Time Explicado as diferenças entre os painéis, vamos para duas coisas que são muito confundidas e que a maioria não sabe ao certo a diferença, o Response Time (GTG) e o Input Lag. Response time O Response time é utilizado como uma forma de marketing pelas empresas. Em 90% dos casos é comum você ver ao menos uma parcela no anúncio com uma frase do tipo “1 MS de tempo de resposta”, mas afinal, o que isso significa? Esse tempo de resposta, geralmente influencia no “Ghosting”, que é aquele borrão em torno de alguns objetos ou personagens quando há uma cena rápida. Isso ocorre porque o tempo de resposta é alto, ou seja, o pixel demora pra trocar de uma cor a outra. GTG é a abreviação de Grey to Grey, que é o tempo que demora entre a transição de cores na escala cinza (geralmente 1 a 5 ms). Input Lag O Input lag é o tempo que a informação demora para ser exibida no monitor, ou seja, você fez um movimento com o mouse, ele foi enviado ao seu computador, foi processado, a placa de vídeo gera os frames e aí surge o movimento na tela. E isso sim pode afetar sua performance em jogos, principalmente aqueles que exigem uma boa precisão, seja um FPS ou algum MMO em que seu combo precise ser perfeito. Muitas pessoas têm o costume de jogar utilizando televisões, porém elas têm um Input Lag bem alto, algumas até com mais 70ms. No site abaixo você pode verificar (caso houver seu monitor / TV) a quantia de lag, então se tu pretende extrair o máximo possível, é recomendada a troca da mesma caso ela tenha um elevado nível de atraso. Frequência Agora chegamos num assunto que há muitas divergências. Sendo que muitos usuários não sabem ao certo até que ponto é verdade ou falácia, irei tentar explicar de maneira breve, e sem deixar brecha alguma para dúvidas. A frequência tem a unidade Hertz (Hz), que basicamente no sistema internacional significa o número de oscilações num segundo. Traduzindo, se tu tem um led que pisca com a frequência de 1Hz, ele vai piscar 1 vez em um segundo. Para melhorar o entendimento veja a imagem abaixo: Sendo assim, um monitor cuja a frequência é 120hz pode atualizar até 120 vezes num segundo (sim, você pode diminuir ou aumentar a frequência), ou seja, ele pode exibir 2 vezes mais informações (imagens) do que um de 60hz, e por isso temos uma maior fluidez se compararmos ambos. Agora, a boa e velha questão dos frames por segundo (FPS). Sim, se você quer desfrutar de todo o potencial de seu monitor, você precisa ter uma taxa de quadros condizente com sua atualização, pois, de nada adianta seu monitor ter potencial de mostrar 144 frames num segundo, sendo que sua placa de vídeo só consegue gerar menos que isso. Ao meu ver é um desperdício. Se você ainda não entendeu, vou tentar fazer uma analogia. Suponhamos que você tenha um carro esportivo, e seu câmbio é automático. Você tem o modo normal e o modo esportivo. Quando você tem 120Hz e um FPS abaixo disso, equivale ao câmbio normal (ou seja você tem o potencial e não usa), e quando tu tem 120Hz e o FPS está acima disso você está no modo esportivo, usando todo o potencial, é simples né?! Vertical Sync / Tearing Não há como falarmos de Tearing sem citar o VSync, ambos andam lado a lado, sendo que a sincronização vertical (VSync) tem por objetivo reduzir a quantidade de tearing. Para quem não sabe o que cada um é e o que faz, abaixo temos uma breve explicação. Vertical Sync Amada por alguns odiada por outros, ela tem uma função interessante e que em muitos jogos é útil. Como o próprio nome já cita, ela sincroniza a taxa de quadros renderizados com a frequência de atualização do monitor. Eis um exemplo: você tem um monitor de 60Hz. Ou seja, ele pode exibir 60 quadros num segundo (conforme explicado no tópico anterior). Se seu computador estiver renderizando 200 quadros por segundo, seu monitor ainda será capaz de exibir apenas 60 quadros, logo você estará esforçando seu hardware à toa. Entrando na explicação em si, o VSync tentará ajustar a quantidade de quadros gerados de acordo com a atualização do monitor, ou seja, em 60Hz você terá 60fps, 1 quadro gerado para cada atualização do monitor, e isso é feito para que não haja tearing e não tenha “desperdício” de performance. Screen Tearing Esse fenômeno nos mostra uma imagem desconexa. É como se você pegasse uma imagem, cortasse ela ao meio, e movesse uma das partes para a esquerda ou direita, deixando-as desalinhadas, causando o efeito da imagem abaixo. Mas por que isso ocorre? Vamos usar esse exemplo específico: digamos que seu monitor esteja com a frequência setada em 75Hz. Você está jogando algo que não demande muito desempenho e tem uma taxa de quadros em 100, ou seja seu monitor está atualizando 75 vezes num segundo, mas sua placa de vídeo está atualizando a tela 100 vezes por segundo, ou seja 33% a mais que o monitor. Isso significa que enquanto o monitor atualiza uma vez, a placa de vídeo envia um frame e 1/3 de outro para serem exibidos. Na próxima atualização ela manda os outros 2/3 e possivelmente mais 1/3 ou 2/3, assim quebrando a imagem, pois um frame é diferente do outro e o monitor exibe os “pedaços” numa vez só. Caso não tenha entendido (o que é normal pra esse assunto) temos a seguinte imagem que ajuda na compreensão. Se tudo fosse perfeito, os monitores iriam atualizar juntamente com o envio e processamento de cada quadro, deste modo não iria ocorrer tearing e nenhum tipo de shuttering. Conexões VGA VGA é um conector padrão analógico. É somente de vídeo, não transporta nenhum tipo de áudio. Em alguns equipamentos como TVs ele pode ser apelidado de “RGB” ou “PC”. O mesmo suporta o espectro RGB com 24 bits por pixel (8 bits por canal). Como ele é um conector analógico, seu sinal pode ter interferências causadas por ondas eletromagnéticas. Se por acaso você precisar utilizar esse tipo de cabo em algum local que haja muita interferência (como em salas de comando de ressonância magnética), existem versões blindadas que protegem a integridade do sinal. Porém em condições normais, a qualidade é perfeitamente aceitável. Esse cabo não tem uma margem definida quanto a resolução máxima suportada e frequência. A largura de banda vai depender da fonte, monitor e do cabo em si (fatores físicos como espessura do cabo e tamanho também influenciam). Entretanto, há alguns casos em que o VGA foi capaz de chegar perto do limite dos cabos DVI-D, porém seu maior uso é em 1920 x 1080 em 60Hz. DVI DVI é um conector padrão digital. E somente transmite vídeo, assim como nosso amigo VGA. Também suporta o espectro RGB com 24 bits por pixel (8 bits por canal). Como ele é conector digital, qualquer distorção causada por interferência eletromagnética pode ser corrigida pelo dispositivo receptor, portanto a blindagem não é muito importante, pois a qualidade geral da imagem não é afetada. A qualidade da imagem no DVI é idêntica às imagens envidas através de cabos HDMI e Display Port com configurações semelhantes . Existem diferentes tipos de cabos DVI e cada um com um feature diferente. Single-Link DVI-D O Single-Link DVI-D adequado para algo perto de 1080p e 60Hz. Não sendo compatível com o VGA, nem mesmo através de adaptadores. Aliás, nenhum adaptador DVI – VGA funcionará em cabos ou portas DVI-D. Dual-Link DVI-D Neste cabo já começam as adições dos features, como pode ser observado, no centro dele existem alguns pinos a mais que ajudam na transferência de informações. Por se chamar Dual não significa que são dois cabos DVI trabalhando juntos, apesar de que o Dual-Link DVI-D ter exatamente o dobro da largura de banda do Single-Link. Este tipo de conexão é adequada para algo em torno de 1440p em 60Hz ou 1080p em 144hz, e continua sendo incompatível com os adaptadores VGA. Dual-link DVI-I (Compatível com VGA) Este tem como feature a compatibilidade com adaptadores VGA. Ele pode ser usado como uma porta DVI-D normal, ou adaptado para o padrão VGA. Uma porta DVI-I não converte ou gera o sinal VGA, apenas garante acesso a capacidade nativa do dispositivo a esse padrão. Como se fosse uma porta VGA dedicada, sem perda de qualidade. DVI-I é um combo de portas para DVI-D e VGA, quando usado como DVI-D tem as mesmas propriedades que citado anteriormente o mesmo vale para o modo VGA. Aqui temos as resoluções e frequências suportadas pelos Single-Link e Dual-Link HDMI HDMI é um conector padrão digital, que começou como uma versão moderna do Single-Link DVI-D, chegando a usar o mesmo layout elétrico. Sendo que a técnica usada para envio de dados (Conhecida como sinalização, nada mais que impulsos elétricos, que são o sinal digital) é a mesma, assim mantendo a qualidade da imagem idêntica entre ambos. A maior diferença é as features que o HDMI disponibiliza, e que serão explanadas abaixo. Os cabos HDMI, apesar de existirem algumas versões, são os mesmos, o que realmente muda é um chip de controle interno. Quando conectamos dois dispositivos com versões diferentes de HDMI, ambos irão operar na versão mais inferior para obter maior compatibilidade. As especificações do HDMI não têm nenhuma definição oficial quanto ao comprimento máximo do cabo (por experiência própria, eu sei que um cabo de 15 metros consegue enviar normalmente o sinal em 1600×900 com 60Hz), mas talvez numa resolução acima disso não consiga. Porém alguns cabos vêm com amplificadores de sinal que garantem o alcance de distâncias bem maiores. As versões mais significativas foram HDMI 1.3 e HDMI 2.0. Estas versões incrementaram muito a frequência máxima e possibilitaram maiores resoluções. Apesar do HDMI 1.3/1.4 ter largura de banda o suficiente para 1080p em 144Hz, as especificações oficias não garantem nada maior que 1080p em 60 Hz antes do HDMI 2.0. A única feature oficial que usou essa largura de banda adicional foi o 3D. Isso significa que mesmo tendo um monitor 1080p em 120Hz, e utilizando o HDMI 1.3 ou 1.4 o sistema reconhecerá como não suportado, e a opção de 120Hz não aparecerá nas opções. Porém, isso pode ser contornado no Windows, utilizando uma ferramenta chamada Custom Resolution Utility ou até mesmo o painel de controle da Nvidia, setando uma resolução customizada. Display Port É um padrão digital, que foi desenvolvido para substituir o VGA e DVI. É mais comumente encontrado em notebooks mais modernos e placas de vídeo mais recentes, e cada dia vem sendo mais utilizado em monitores topo de linha. O Display port suporta áudio como o HDMI, e não precisa de cabos adicionais para isso. A sua versão 1.0 suporta tanto o espectro RGB como o YCbCr, com 24-bits por pixel (8-bits por canal). O Display port 1.2 tem o feature do MST (Multi-Stream Transport), a qual permite que você possa utilizar um hub/splitter e exibir vários monitores independentes utilizando apenas uma porta. Apesar de existirem várias versões do Display Port e incremento de largura de banda e adições de features, TODOS utilizam o mesmo cabo. Sendo assim, nada é necessário pra transportar resoluções 4K ou sinais 120Hz. Cabos DP comuns, podem entregar toda a informação / largura de banda até 3 metros, e até 15 metros reduzem sua largura de banda, acima disso precisa ser utilizado um Active Display Port, que custa mais caro, porém pode levar o sinal a distâncias bem maiores. A primeira versão do DP (1.1) disponível na maioria dos dispositivos, já é adequada para a maioria dos monitores, com largura de banda suficiente para suportar 1080p com 120Hz e 1440p à 60Hz. O Display Port 1.2 dobra a largura, e no 1.3 ocorre isso novamente.
  2. Ver este tutorial Tudo o que você precisa saber na hora de comprar monitores Introdução Este guia foi criado com o intuito de ajudar na escolha dos monitores, bem como explicar detalhadamente os diferentes tipos de tecnologia utilizadas em cada um e demonstrar o que faz um monitor ser excelente ao invés de simplesmente bom. Mas o que diferencia excelentes monitores dos bons? Sua quantidade de pixels, número de polegadas, sua cor, frequência? Bem, é isso que iremos explicar abaixo. Ultimamente as empresas têm abusado do marketing no quesito resolução. Há al Autor Null Categoria Hardware | Redes | Periféricos Enviado 03-03-2019 00:38  
  3. No artigo com vídeo de hoje vamos fazer um estudo sobre o VSync, G-Sync e FreeSync, passando pelos vários aspectos técnicos que envolvem estas três tecnologias. Assista primeiramente ao vídeo completo no youtube: Agora vamos ao artigo escrito: Introdução Os monitores e televisores que usamos em nossas casas e trabalhos possuem um ritmo de atualização fixo, tipicamente 60 Hz, ou em outras palavras, são atualizados 60 vezes por segundo. Temos também monitores 120 Hz, 144 Hz entre outros. Para ter a fluidez nos jogos, o ideal seria que a placa de vídeo processasse o mesmo número de quadros por segundo que o monitor consegue exibir em tempo hábil, ou seja, 60 quadros para um monitor 60 Hz, 120 quadros para um monitor 120 Hz e assim por diante. Desta forma, teríamos a sincronização perfeita. Porém, isso não acontece, e o motivo é simples: A placa de vídeo processa os quadros em seu próprio ritmo, variável, para não dizer aleatório. Ou seja, em um momento do jogo ela pode processar 80 quadros por segundo; ocorrem explosões, cai para 55; olha para o céu, sobe para 150 e assim por diante. E é justamente por isso que ocorrem problemas visuais como Screen Tearing, que será explicado mais adiante. VSync Para resolver esse “problema” da placa de vídeo processar quadros num ritmo diferente da atualização do monitor, o usuário pode ativar o VSync (Vertical Synchronization = Sincronização vertical), que limita a placa de vídeo, de forma com que ela possa processar os quadros no mesmo ritmo de atualização do monitor, ou seja, 60 FPS para um monitor 60 Hz por exemplo. Desta forma, teoricamente o usuário teria o jogo rodando com fluidez, afinal, o monitor em tese exibiria corretamente os quadros, sem tearing. Em outras palavras, o Vsync mostra apenas quadros inteiros, se um certo quadro atrasou, é mostrado na tela o mesmo quadro novamente, até que chegue a próxima atualização do monitor, e então o novo quadro (agora completo) possa ser exibido. Além da eliminação do tearing, o Vsync ativado faz com que a placa trabalhe mais fria, pois conforme foi mencionado, ela é limitada para processar um número fixo de quadros por segundo. Com isso também temos economia de energia, e a vida útil da placa é preservada. O Vsync é ideal quando a placa de vídeo consegue processar com muita folga os 60 quadros por segundo, pois se em algum momento ela não for capaz de processar 60 quadros, começam os problemas do Vsync, como o Stuttering. Stuttering Imagine o seguinte exemplo, o Vsync está ativo, e a placa de vídeo consegue processar praticamente o tempo todo os 60 quadros por segundo. Porém em um certo momento, ela conseguiu processar apenas 55. O Vsync então poderá fixar os FPS em 30, com o objetivo de continuar mantendo a sincronização correta. Com isso, nota-se uma “engasgada” no jogo, também conhecido como stuttering. E pode ser pior, se a placa processar menos de 30 quadros, o Vsync continua reduzindo para tentar manter a sincronização (20, 15 FPS). Neste ponto, a jogabilidade fica muito prejudicada. Um segundo exemplo com o Vsync ativado: Cada frame é processado em 16,66 ms (1 segundo = 1000 ms, logo 1000 ms / 60 quadros = 16,66666…) em um monitor de 60 Hz. Em um certo período, um frame demorou 20 ms para ser processado. Como o monitor é atualizado 60 vezes por segundo, logo, a cada 16,6 ms, este frame não pôde ser exibido em tempo hábil. Então, o monitor exibe novamente o mesmo frame que já tinha sido exibido anteriormente, e o novo frame que atrasou precisa aguardar a próxima atualização para ser exibido. Novamente, temos um problema aqui, pois se vários frames atrasarem, estaríamos vendo frames antigos, e depois de um tempo os frames novos. Isso quebra a sensação de fluidez do jogo. E um terceiro problema relacionado ao Vsync é o input lag. Se o usuário entra com um comando, e houver um atraso nos frames, ele irá ver o resultado da sua ação em quadros seguintes. Diante disso, para evitar estes travamentos, o usuário pode usar soluções como o Adptive Vsync da Nvidia, que desliga o Vsync se em algum momento a placa não conseguir processar os 60 quadros. Ou o usuário simplesmente desativa o Vsync e seus derivados, desta forma, os FPS sobem livremente e ele se livra dos problemas do VSync. Mas isso gera outro problema, o Screen Tearing. Screen Tearing Conforme foi mencionado anteriormente, o monitor e a placa de vídeo não trabalham no mesmo ritmo. Imaginem o seguinte exemplo: A placa de vídeo processou 80 quadros em um certo momento. O nosso monitor de 60 Hz estará sendo atualizado, enquanto a placa já iria estar processando e enviando ao framebuffer os novos quadros. Então, o monitor mostra duas, três ou mais partes da imagem na tela, pois elas acabam se sobrepondo; o que dá a impressão da imagem estar rasgada, dai vem o nome Tearing. Observem que na imagem acima, temos uma imagem mesclada, com um quadro novo e um antigo. Isso acontece pela falta de sincronização, problema que é resolvido com o VSync. É importante destacar que o tearing também acontece quando a GPU processa menos quadros que a taxa de atualização do monitor. Imagine o seguinte exemplo, com o Vsync off, a GPU processou em um certo momento 40 quadros (ou 40 FPS). Se o seu monitor é de 60 Hz, você estará vendo 2/3 de um quadro e 1/3 de outro quadro. Usuários com monitores 120 / 144 Hz podem notar nenhum ou quase nenhum tearing quando estão executando um jogo com Vsync off e menos FPS que a frequência do monitor, mas é importante destacar que o tearing ainda existe e está lá, mas como o monitor atualiza muito mais rápido que um 60 Hz (a cada 6,94 ms), não é tão perceptível. Então o usuário precisa escolher entre os dois problemas, ativa o Vsync e eventualmente terá stutterings e atrasos nos comandos, ou desativa o Vsync e verá tearing na imagem, pois a placa na maioria dos casos processará mais quadros do que o monitor consegue exibir corretamente em seu ritmo de atualização. A solução final para os dois problemas é o G-Sync da Nvidia ou o FreeSync da AMD. G-Sync e FreeSync, as soluções para Tearing, Stuttering e Input Lag Com o G-Sync e o FreeSync, a placa de vídeo não precisa mais se adaptar ao monitor, e sim, o monitor passa a se adaptar ao ritmo da placa. Isso acontece pois os monitores compatíveis com GSync ou FreeSync não são atualizados mais de forma fixa, sempre nos 60 ou 120 Hz, mas de forma variável, conforme a quantidade de quadros que a placa processar. Então eliminamos de vez o tearing e o stuttering, já que o monitor irá esperar o quadro ser processado (draw) para exibí-lo corretamente (scan), mesmo em frequências menores, como 30 Hz no G-Sync, e até 9 Hz no FreeSync; embora isso dependa também da disponibilidade do monitor. Ambas as tecnologias são recentes e exigem hardwares compatíveis. O G-Sync funciona desde a 650ti Boost ou mais recente, e o FreeSync exige pelo menos a R7 260 ou mais recente, exceto as placas R9 270/270x; além das APUs das linhas Kabini, Temash, Beema e Mullins. A principal diferença entre as duas tecnologias é que o G-Sync exige que o monitor possua um módulo adicional, chamado de módulo G-Sync, que é o responsável pelo controle do painel. Já o FreeSync, como o próprio nome diz (Free), não exige um módulo adicional (o que teoricamente reduz o custo de um monitor compatível), bastando apenas uma conexão display port 1.2a. Além disso, o FreeSync facilita a aplicação da tecnologia para os fabricantes de monitores, pois não exige um custo de licenciamento; e possui um ecossistema de compatibilidade maior. Ambas as tecnologias já estão presentes no mercado brasileiro, com seus respectivos monitores compatíveis.
  4. Ver este tutorial Estudo: VSync, G-Sync e FreeSync – Tearing ou Stuttering? No artigo com vídeo de hoje vamos fazer um estudo sobre o VSync, G-Sync e FreeSync, passando pelos vários aspectos técnicos que envolvem estas três tecnologias. Assista primeiramente ao vídeo completo no youtube: Agora vamos ao artigo escrito: Introdução Os monitores e televisores que usamos em nossas casas e trabalhos possuem um ritmo de atualização fixo, tipicamente 60 Hz, ou em outras palavras, são atualizados 60 vezes por segundo. Temos também monitores 120 Autor Null Categoria Hardware | Redes | Periféricos Enviado 03-03-2019 01:37  



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