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  1. A Insomniac Games, responsável pelo desenvolvimento de "Spider-Man", revelou que não descarta trabalhar em mais títulos baseados nas franquias da Marvel Comics. "Claro que estaríamos abertos a outro jogo licenciado," disse o diretor de comunidade, James Stevenson, ao site "Fandom". Ele também informou que a relação com a Marvel ao longo da produção do game foi muito boa, a ponto de fazer o estúdio se superar para entregar algo de qualidade. "Trabalhar com a Marvel provavelmente nos levou a sermos melhores do que podemos ser quando estamos trabalhando em nossas próprias coisas," explicou Stevenson, indicando que fazer "Spider-Man" forneceu uma experiência que a produtora até então não tinha, já que tratou-se do primeiro jogo licenciado da empresa, conhecida até então por franquias originais como "Ratchet & Clank", "Resistance" e "Spyro the Dragon". O diretor complementou dizendo que a gigante dos quadrinhos não impôs nenhuma barreira à Insomniac, lhe dando liberdade criativa para fazer o melhor jogo possível. "Marvel não estava colocando obstáculos ou algo assim, foi mais da perspectiva de nos querer ajudar a fazer um ótimo jogo do Homem-Aranha. Marvel disse basicamente, 'aqui estão mais de 50 anos de quadrinhos, personagens e história. Vasculhe tudo e pegue o que você quer.'" A Insomniac parece estar muito interessada em fazer uma sequência para "Spider-Man", algo que esperemos que se concretize. A nova aventura do escalador de paredes foi lançada totalmente em português brasileiro na última sexta-feira, dia 7 de setembro, exclusivamente para PS4. Fonte: gamehall
  2. A Insomniac decidiu em maio inserir um easter egg (acima) em "Spider-Man" para ajudar um de seus fãs, Tyler Schultz, a pedir a mão de sua namorada em casamento, só que infelizmente quando o jogo chegou às lojas na última sexta-feira, dia 7, o relacionamento do rapaz já havia chegado ao fim. Após alguns jogadores terem encontrado a mensagem, a qual diz "Maddie, você quer se casar comigo?", e fazer a história viralizar, Schultz foi ao YouTube onde agradeceu o estúdio por ajudá-lo e aproveitou para explicar o que aconteceu. "Três, quatro semanas atrás, minha namorada me largou para ficar com meu irmão, basicamente jogando fora cinco anos que passamos juntos," disse. Ele também revelou que a mensagem no game não era a maneira que ela gostaria de ter sua mão pedida em casamento. Ele complementou dizendo imaginar que talvez este easter egg venha a se tornar o mais triste da história, mas informou ter ficado um pouco feliz que isso esteja no jogo e convidou outros jogadores a usarem a mensagem para poderem se declarar às suas namoradas, pois quer muito "ver alguém se casando por meio disso". A diretora de arte da Insomniac, Jacinda Chew, perguntou no Twitter em uma postagem que já foi apagada, se ele gostaria que a mensagem fosse alterada em uma atualização e pediu sugestões sobre o que colocar no lugar. Schultz respondeu inicialmente que gostaria de manter tudo como está, mas mudou de ideia logo em seguida, deixando uma incógnita no ar sobre o que acontecerá com este triste easter egg. "Spider-Man" encontra-se disponível totalmente em português para PS4. Fonte: gamehall
  3. Semanas após divulgar medidas de combate à cultura sexista, a Riot Games, desenvolvedora de League of Legends, foi processada por uma funcionária e uma ex-funcionária pelo mesmo motivo: discriminação de gênero. As demandantes buscam indenizações por uma série de práticas ilegais relacionadas a sexismo na empresa. Na ação judicial enviada à Corte Superior de Los Angeles, onde fica a sede mundial da Riot Games, a desenvolvedora é acusada de violar a lei estadual da Califórnia que garante salários iguais a homens e mulheres na mesma função, além de atos de discriminação, assédio sexual e retaliação por preconceito de gênero/sexo. Exterior do escritório da Riot Games em Los Angeles (Foto: Reprodução/Divulgação) O escritório de advocacia que encaminhou o processo alega que as solicitantes tiveram salários equivalentes negados, além de terem suas carreiras estagnadas por serem mulheres e de trabalharem sob as condições negativas de assédio sexual constante, conduta inapropriada e preconceito, que, segundo elas, predominam no ambiente sexualmente hostil dos escritórios da Riot. O artigo de 25 páginas cita fatores como a “bro culture” na empresa, denunciada em reportagens recentes e categorizada como uma cultura machista que privilegia os funcionários homens e relativiza abusos e comportamentos ofensivos para com as mulheres no ambiente de trabalho. Também é citado o conceito de “core gamer”, algo como “gamer de verdade”. A ideia de jogador de videogame fanático é utilizada na contratação de novos Rioters e, de acordo com o processo, critério utilizado para discriminar mulheres na seleção e promoção de funcionários. “Em suma, ser um core gamer é equivalente a ser um homem, e a presunção é de que mulheres não são gamers de verdade e, por isso, não são Rioters de verdade”, diz o texto. As demandantes denunciam a sexualização e objetificação indiscriminada de mulheres na empresa, em situações como correntes de e-mail ranqueando funcionárias pelos atributos físicos e comentários agressivos referente a suas condutas sexuais. Ainda há no processo a alegação de que as mulheres são coagidas a participar e tolerar piadas com sexo, defecação, masturbação, estupro e tortura. O texto completo em inglês pode ser lido aqui. Em comunicado oficial, a Riot Games reafirmou que tomou medidas contra os funcionários que perpetuam essa cultura e que inúmeras investigações internas estão em andamento. O líder de comunicações corporativas da Riot Games, Joe Hixson, afirmou que todas as alegações são levadas a sério. “Continuamos comprometidos com uma evolução profunda e abrangente de nossa cultura para garantir que a Riot seja um lugar onde todos os Rioters prosperem.” Complaint by on Scribd Fonte: maisesports
  4. Escritório da Riot Games em Los Angeles (Foto: Divulgação/Reprodução) Nas últimas semanas, uma reportagem do site Kotaku expôs relatos de machismo e situações insalubres que ocorreram com mulheres nos escritórios da Riot Games, especialmente em sua sede, em Los Angeles, nos EUA. Após a denúncia de que há uma cultura machista na empresa, a desenvolvedora de League of Legends anunciou as medidas que tomará para consertar esses comportamentos. De acordo com a carta aberta divulgada no site oficial da Riot, a mudança acontecerá em sete passos planejados ao longo de três semanas em que a empresa afirma ter permanecido reclusa para observar os feedbacks. O primeiro consistirá em expandir a cultura e a iniciativa de diversidade e inclusão em seu quadro de funcionários, e um time foi montado para liderar a evolução cultural nesse sentido. O segundo buscará redefinir os significados das palavras e expressões que norteiam a cultura da empresa, por exemplo, “gamer” e “meritocracia”. Para eles, isso assegurará que todos estão falando a mesma língua ao usar esse linguajar. O terceiro passo sintetizará essas mudanças através de avaliações de desempenho, justificadas com o objetivo da Riot em não apenas ser uma boa empresa, mas ser líder mundial em diversidade e inclusão. Quadro de funcionário da Riot Games, desenvolvedora de League of Legends (Foto: Divulgação) O quarto passo cuidará da investigação dos problemas relatados na empresa através de ações diretas entre Rioters e a Riot. Uma linha telefônica foi inaugurada para que qualquer um possa denunciar problemas anonimamente; além disso, advogados de fora da desenvolvedora foram contratados para agir contra esse tipo de questão, e casos específicos estão sendo resolvidos. O quinto passo busca reavaliar o processo de recrutamento na empresa, tornando-a mais inclusiva da maneira prática — incluindo contratar pessoas de universidades e grupos demográficos diferentes. O sexto passo reforçará os treinamentos contra preconceitos e, o sétimo e último, busca um novo chefe do setor de Recursos Humanos (RH) para que todas essas medidas sejam aplicadas da maneira que favoreça a Riot a acelerar o processo. Com isso, a desenvolvedora busca retomar a posição de melhor lugar para os melhores talentos na área de games sejam lapidados. A carta inclui, além do plano de combate ao preconceito, pedidos de desculpa a funcionários, ex-funcionários, jogadores, parceiros comerciais e pessoas que consideram uma carreira na Riot. Você pode conferir o texto na íntegra aqui. A reportagem com denúncias de ex-funcionárias está disponível aqui. Fonte: maisesports
  5. O jogador Murilo “Takeshi” Alves foi anunciado nessa segunda-feira (21) como novo reforço da Team One. Após jogar pela Pain Gaming no primeiro split do CBLOL 2018, Takeshi agora defenderá os Golden Boys no Circuito Desafiante. O jogador volta para a sua posição de origem: a Mid Lane. Takeshi é um veterano no cenário. Presente no CBLOL desde 2013, foi vice-campeão brasileiro cinco vezes, duas dessas pela CNB e mais três pela Keyd Stars, atual Vivo Keyd. No final de 2017, assinou com a Pain para trocar de posição e assumir a rota do topo, mas a campanha foi a pior de sua carreira — a equipe foi rebaixada automaticamente ao terminar a fase de pontos em 8º lugar. Essa é a terceira transferência anunciada pela Team One. O top laner Álvaro “VVvert” Miguel deixou a equipe para jogar na ProGaming Esports, e o suporte Ygor “Redbert” Flores defenderá a INTZ. Da formação campeã brasileira de 2017, restam no time apenas Alanderson “4LaN” Meireles, Bruno “Brucer” Pereira e João “Marf” Piola, que não foram anunciados em nenhuma outra equipe. A Pain, em contrapartida, substituiu Takeshi com o ex-INTZ Marcelo “Ayel” Mello, e anunciou também os reforços Carlos “Nappon” Rücker e Hugo “Dioud” Padioleau, ex-Red Canids. As duas equipes disputaram a final do CBLOL 2017 e, agora, se enfrentarão no Circuito Desafiante, segunda divisão do LoL brasileiro. Fonte: maisesports Atento (postei na área errada, favor mover para noticias).