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  1. Choi “inSec” In-seok decidiu se aposentar. Após sete anos de carreira, o caçador vai “pendurar o mouse” enquanto aguarda pelo chamado do serviço militar obrigatório da Coreia do Sul – que pode vir a qualquer momento. A informação foi revelada pelo próprio inSec, na manhã desta quinta-feira. Em entrevista ao Inven, o sul-coreano revelou que planejava seguir na Winners – equipe pelo qual disputou a KeSPA Cup 2018 -, mas o serviço militar atrapalhou seus planos. “De acordo com Military Manpower Administration [orgão governamental sul-coreano], eu posso receber minha data de entrada para o exército a qualquer momento. Era óbvio que eu não poderia seguir com minha vida no time”, afirmou inSec. O jogador disse que segue relutante sobre a decisão: “Jogar o jogo enquanto me comunico na minha própria língua com outros quatro sul-coreanos foi muito bom. Eu me sinto mal em ter que tomar essa decisão só por causa das circunstâncias ao invés do meu próprio desejo”. Depois de aparecer para o mundo na CJ Entus em 2012, o jogador brilhou com a camisa da KT Rolster Bullets e ficou mundialmente conhecido por seu Lee Sin. A jogada característica do campeão, inclusive, foi batizada de inSec. Após deixar a KT em 2016, o jogador teve passagens pela China e Europa, antes de retornar à Coreia no final de 2018 para defender a Winners – equipe da segunda divisão. Agora, inSec afirmou que focará na carreira como streamer. Fonte: maisesports
  2. O PBE, servidor de testes público do League of Legends, está trazendo algumas alterações que entrarão em vigor no patch 9.6. Nota: Nem todas as mudanças listadas entrarão em vigor no patch 9.6. O PBE é um servidor de testes, ou seja, todas as mudanças estarão sendo testadas pelos jogadores e pela Riot Games. Campeões Mudanças de Balanceamento Ezreal Disparo Místico (Q) Porcentagem Escalável de AP diminuído de 30% para 20% Fluxo de Essência (W) Detonar agora causa 50% de dano a estruturas Porcentagem Escalável de AP diminuído de 70/75/80/85/90% para 55/60/65/70/75% Teemo Regeneração de Mana base aumentado de 1.92 para 2.5 Regeneração de Mana por nível aumentado de 0.09 para 0.15 Mana por nível aumentado de 20 para 25 AD base diminuído de 54 para 51 Velocidade de Ataque por nível diminuído de 3.38 para 2 Tiro Tóxico (Passiva) Ataques básicos de Teemo agora causam 8-50 de dano mágico e deixa um Envenenamento que causa 24-180 de dano mágico durante 4 segundos. Dano do Tiro Tóxico é ampliado em 50% toda vez que o inimigo já estiver sobre o efeito de envenenamento proveniente de outra habilidade (seja do próprio Teemo ou de outros campeões que também causam envenenamento) Dardo Ofuscante (Q) Dano base diminuído de 80/125/170/215/260 para 70/105/140/175/210 Custo de Mana aumentado de 70/75/80/85/90 para 80/85/90/95/100 Porcentagem escalável de AP diminuído de 0.8 para 0.6 Agora causa envenenamento. Mover Depressa (W) Agora não quebra a Camuflagem. Técnicas de Guerrilha (E) Tempo de Recarga 40/37/34/31/28 [Novo] “Após 2 segundos de espera, Teemo fica Camuflado por tempo indeterminado caso esteja parado ou em um mato, porem qualquer dano não periódico vindo de campeões irá quebrar a Camuflagem. Teemo pode ver 25% mais enquanto estiver Camuflado. Assim que sair da Camuflagem, Teemo recebe 20/30/40/50/60% de Velocidade de Ataque por 3s. Duração da Camuflagem enquanto estiver em movimento: 2/2,25/2,5/2,75/3 Armadilha Venenosa (R) Dano base diminuído de 200/325/400 para 150/250/350 Porcentagem Escalável de AP diminuído de 0.5 para 0.4 Quantidade Máxima de cogumelos aumentado de 3 em todos os níveis para 3/4/5 Armadilhas agora ficam invisíveis depois de 1s Cogumelos ainda podem pular em cima de outros Cogumelos Caitlyn Ás na Manga (R) Dano aumentado de 250/475/700 para 300/525/750 Urgot Mana aumentado de 300 para 340 Regeneração de Mana por nível aumentado de 0.6 para 0.8 Chamas Ecoantes (Passiva) [REMOVIDO] Não causa redução de dano ao ataque básico de inimigo nos próximos 5s. Expurgar (W) [REMOVIDO] Não concede escudo Custo diminuído de 65 para 40 Tempo de Recarga diminuído de 17/15/13/11/9 para 8/6/4/2/0 Redução de Dano no ataque diminuído de 66% para 50% Desdém (E) [NOVO] Garante Escudo de 60/80/100/120/140 (+200% AD Adicional) ao conjurar Dano mudou de [60/100/140/180/220 (+ .50% Total do AD)] para [(90/120/150/180/210 (+100% Bônus de AD)] Pior que a Morte (R) Distancia aumentada de 1600 para 2500 Tempo de conjuração aumentado de .4 para .5 Dano mudou de [50/175/300 (+50% Total do AD)] para [125/250/375 (+50% Bônus de AD)] Xayah Plumagem Mortífera (W) Velocidade de Ataque aumentado de 30/35/40/45/50% para 40/50/60/70/80% Runas Poro Fantasma (Dominação – Nível 3) [Novo] Poros Fantasmas agora aparecem quando a sua Sentinela morrer, em vez de ser colocado ao entrar em um mato. Descrição Completa: “Quando uma Sentinela morrer ou expirar, ela deixa um Poro Fantasma que garante visão durante 300s. Campeões Inimigos próximos fazem o poro fugir. Enquanto você ou o Poro Fantasma estiver em território inimigo, receba 5-20 de Força Adaptativa (Baseado no Nível). Itens Luvas da Pancadaria Chance de Acerto Critico não é mais uma passiva única. Fonte: maisesports
  3. Machine e Frankie vão participar da LEC neste final de semana (Fotos: ESL / Arte: Mais Esports) A rodada desta semana da League European Championship vai receber dois convidados mais do que especiais: Alex “Machine” Richardson e Frankie Ward. A dupla, que se destacou na transmissão da IEM Katowice, atuará na apresentação e nas entrevistas da liga europeia de League of Legends. A informação foi revelada por Trevor “Quickshot” Henry no Twitter. “Estou muito empolgado para ver como essas duas personalidades vão animar nosso show. Estou ainda mais empolgado pelo futuro em potencial”, escreveu o caster. Machine e Frankie também usaram o microblog para comentar sobre a nova aventura. “Me tirando da zona de conforto mais uma vez”, tuitou o apresentador. “Vai ser um desafio animador”, escreveu a repórter. Quickshot deixou claro que essa é uma participação especial e complementou que está “totalmente comprometido” em trabalhar com Eefje “sjokz” Depoortere e Laure Valée, que ocupam tais posições regularmente, no futuro. A rodada da LEC começa nesta sexta-feira, às 14h, com o duelo entre Splyce e G2 Esports. Fonte: Maisesports
  4. A League Champions Korea está uma verdadeira bagunça em 2019. Antes de a etapa dar início, ninguém conseguiria dizer que kt Rolster, Afreeca Freecs e Gen.G — as três classificadas para o último Mundial —, seriam algumas das piores equipes da primeira divisão. Pelo menos não com a cara séria. Mas lá estão elas, na frente apenas da fadada ao rebaixamento Jin Air Green Wings. A Coreia do Sul, que há meia década vinha sendo a região mais tradicional do League of Legends, não pode realmente dizer que está forte no momento. A Griffin é a única que transmite confiança e que, caso houvesse um torneio internacional daqui a uma semana, viria como franca favorita. Afinal, ela está invicta e quase que intocável. Também antes de o split começar, todos pensavam que o dream team da SK Telecom T1 — com nomes como Kim “Khan” Dong-ha, Lee “Faker” Sang-hyeok e Cho “Mata” Se-hyeong — seria capaz de bater os novatos. Mas o duelo na terceira semana só serviu para desapontar. Os garotos de Kim “cvMax” Dae-ho saíram com a vitória sem dificuldades. Direto do draft, a SKT não escolheu campeões que jogassem para os pontos fortes da line-up. Em vez disso, Lee “Zefa” Jae-min aparentemente focou demais em flex picks. Khan estava de Urgot, com o qual nunca brilhou da mesma forma que o fez com Jayce, Fiora e Vladimir. Park “Teddy” Jin-seong por algum motivo pegou Viktor, quando vinha sendo o carry mais confiável do time com atiradores tradicionais. E Kim “Clid” Tae-min, o principal catalisador do Early Game, se viu com a escolha de Olaf, em vez de Lee Sin ou Jarvan IV. Ao mesmo tempo, não era fácil para o caçador gankar a Lissandra de Jeong “Chovy” Ji-hoon e a combinação de Kai’Sa e Braum de Park “Viper” Do-hyeon e Son “Lehends” Si-woo. A única rota com setup de gank era a de Khan, que poderia abrir com Flash e o Desdém do Urgot — e o caçador ainda fez uma tentativa no nível 4, mas acabou sendo visto pela planta da selva. Na mid lane, Chovy optou pelo Teleporte, então Faker precisou voltar para a base mais vezes do que o adversário. Isso fez com que o meio rubro-negro tivesse espaço para levar muitas Barricadas e deixar a torre com pouca vida. O melhor da história, assim, teve que ficar preso à própria rota, em vez de criar jogadas com Portal dos Reinos. Qualquer roaming significaria a destruição da primeira torre. Para piorar, a SKT não tinha meios reais de iniciar lutas. Clid poderia ligar Predador e tentar ir pra cima, mas facilmente levaria kite. O jeito mais óbvio seria usar Portal dos Reinos e Viagem Abissal para dividir a Griffin ao meio, ou então para criar picks caso houvesse overextension nas sides. Mas os líderes da liga são disciplinados demais para errar assim. O Aatrox de Lee “Tarzan” Seung-yong e a Lissandra também providenciavam fácil acesso à backline dos tricampeões mundiais — especialmente com Sion e Braum fazendo frontline. No meio do caos, a equipe dos sonhos não podia fazer nada além de deixar Viper batendo gratuitamente. Lehends foi um dos destaques na tranquila vitória sobre a SKT (Foto: LCK) No segundo jogo, o draft da SKT vinha acompanhado de mais dos mesmos problemas. A única rota gankável era o bot, uma vez que o Miasma da Cassiopeia e o combo do Alistar garantiam que Lucian e Braum ficassem presos ao chão por muito tempo. Clid fez o full clear da selva — enquanto Tarzan ainda precisava limpar os Golens no top side —, o que significava que ele teria liberdade para auxiliar a dupla de baixo. Mas não apenas ele resolveu invadir a parte de cima do mapa, como também Mata foi muito agressivo e cedeu First Blood. Isso dificultou qualquer tentativa que poderia vir a ocorrer no futuro. Posteriormente, aos sete minutos, Clid cometeu outro erro de tomada de decisão quando resolveu invadir o Red adversário. Ele tinha prioridade no top e no mid — o que em tese permitia essa movimentação —, mas esqueceu que Chovy poderia acompanhar qualquer invasão com a Entrada Heroica do Galio. Choi “Sword” Sung-won também já havia limpado os minions na própria rota. Isso de fato aconteceu e, uma vez que naquele ponto do jogo os personagens da Griffin ganhavam com tranquilidade o 3v3, eles foram capazes de limpar o skirmish e realisticamente selar a vitória. Não ajudou também o fato de Khan dar facecheck no mato do buff, atraindo os companheiros a voltarem para ajudá-lo e fazendo-os ficar suscetíveis à iniciação inimiga. Àquela altura do campeonato, a SKT ainda não tinha exatamente uma identidade. Eles jogavam com o que estava forte, mesmo se aquilo não combinasse com o estilo e a pool dos jogadores. Não só isso, se portavam de forma impaciente com frequência, puxando o gatilho antes da hora e cometendo vários erros incaracterísticos. Mas desde a virada para o Round 2 — e especialmente assim que o Patch mudou para o 9.4 —, o plantel de Kim “kkOma” Jeong-gyun deu um grande passo e começou a mostrar que havia se acertado. Pelo que parece, Mata parou com os tropeços nos quais dava a impressão de estar desconexo dos companheiros. Em vez disso, ele vem orquestrando iniciações e flancos de maneira impecável. Khan, por sua vez, passou a jogar exclusivamente com carregadores que possibilitam o controle da laning phase e das sides. Faker, similarmente, também está manejando bonecos que favorecem rotas laterais e fornecem forte 2v2. Os jogadores da SKT após vitória contra a Kingzone (Foto: LCK) A SKT, dessa forma, foi capaz de dominar Gen.G e — mais importante — Kingzone DragonX, o que não necessariamente aconteceu na primeira rodada. Na maior parte dessas séries, eles tiveram três rotas vencendo. Poucos conseguem aguentar a pressão dos carries de Khan, Faker sempre foi um bom laner e Teddy e Mata se adaptam de acordo com a estratégia em questão. Então isso deu liberdade para Clid transitar pelo mapa e criar vantagens. Na única derrota da Griffin esse ano — o segundo mapa contra a SANDBOX, no primeiro turno—, os campeões da KeSPA Cup mostraram fraquezas que podem ser exploradas. Jang “Ghost” Yong-jun selecionou Lucian, que é opressivo e tem grande potencial de snowball, e se aproveitou de um erro de posicionamento de Viper e Lehends para sair na frente. Por causa desse único instante, ele pôde levar o First Brick no bot, levar a T1 do top após inversão e usar o Arauto do Vale no meio para garantir a terceira estrutura. Tudo isso porque era impossível contestá-lo: quem chegasse perto seria certamente eliminado. A SKT mostrou uma preferência por jogar o Early em volta dos solo laners e deixar Teddy e Mata para sobreviver por conta própria. Mas no último embate, eles enviaram dois membros para a rota inferior em duas ocasiões, afundando a Kalista de Kim “Deft” Hyuk-kyu e acelerando a própria Sivir. Se eles repetirem essa jogada contra a Griffin, podem colocar Teddy em posição para carregar. Do mesmo modo, eles podem usar a aparente volta à forma de Khan para fazer com que a investida dividida dele fique fora de controle. A Griffin não conseguiu parar a Akali de Park “Summit” Woo-tae quando perderam. Ainda mais agora sabendo que as principais armas de Sword — Urgot e Sion — caíram de prioridade, então ele não pode impactar as lutas tão bem. Da última vez, Faker e companhia foram embaraçosos. Erraram demais e em decorrência disso foram apáticos durante todo o percurso. Agora, contudo, eles têm as ferramentas para ao menos bater de frente com a Griffin. É claro que o fator psicológico pode entrar em ação — há vários exemplos de esquadras que deveriam ter ganho, mas perderam. kt contra a Kingzone, na fase regular do último Summer, é um deles. Mas se tudo der certo, os fãs podem esperar três jogos eletrizantes. Fonte: maisesports
  5. Griffin e SK Telecom T1 protagonizaram uma das séries mais emocionantes da LCK 2019, e mais uma vez os “novatos” saíram com a vitória no torneio, mantendo sua invencibilidade e ficando na liderança isolada. Apesar da vitória, o terceiro jogo da série teve um final um pouco inesperado, já que a partida estava nas mãos da tricampeã mundial. O Nexus das duas equipes já estava exposto porém a SKT estava mostrando lutas melhores, o que levava a crer que a partida estava em suas mãos. Em uma estratégia estilo “Cavalo de Troia”, Tarzan conseguiu invadir a base inimiga com sua Evelynn e deixar uma Ward para que sua equipe pudesse realizar dois teleportes e assim finalizar a partida. Após a vitória, o caçador da Griffin deu uma entrevista onde comentou sobre como foi o pensamento da equipe para tomar a decisão de tentar um “tudo ou nada” na base da SKT. “Antes daquela situação eu fui muito fundo e fui pego, perdemos a team fight e então pensamos que o jogo estava acabado. Depois disso, sabíamos que era realmente perigoso mas achamos que essa era a única maneira de vencer. Como tínhamos três Dragões da Nuvem , eu consegui chegar à base inimiga muito rápido”. Tarzan recebeu os dois MVP’s na vitória da Griffin. Foto: Reprodução Riot Games O jogador também comentou sobre a tensão em realizar esse tipo de jogada. “Se eu fosse pego por uma Pink nessa situação, teria sido muito difícil. Meu corpo inteiro estava tremendo como um louco e eu fui com muito cuidado. Mesmo depois do jogo, minhas mãos ainda tremiam muito. foi muito emocionante.” Fonte: maisesports
  6. A Riot Games puniu as equipes ROX e Vega Squadron, da LCL (League of Legends Continental League), por discriminação de gênero e comportamento anti-desportivo contra as jogadoras da Vaevictis Esports. Uma advertência às duas equipes foi divulgada nesta quinta-feira (21), pois “os atletas das duas organizações feriram as regras oficiais da LCL e o Código do Invocador”. Segundo a Riot Games, uma investigação dos incidentes determinou a gravidade das infrações. A empresa diz que, em caso de reincidência, a punição será bem mais severa. A Riot afirmou que considera “inaceitável” qualquer tipo de discriminação no meio de League of Legends. Entenda o caso A Vaevictis Esports é a primeira equipe completamente composta por mulheres a participar de um campeonato de primeira linha de LoL. O time estreou no sábado (16), na liga de países do Leste Europeu, contra a ROX. No entanto, antes da partida começar, a equipe masculina baniu cinco campeões de suporte. A atitude não é tecnicamente contra as regras, como a Riot Games relembrou no comunicado desta quinta (21), mas foi recebida pela comunidade de League of Legends como uma maneira de reforçar o estereótipo de que mulheres só jogam com esse tipo de personagem. O caso repercutiu instantaneamente nas redes sociais e virou trending topic no Twitter. No domingo (17), a Vaevictis enfrentou a Vega Squadron na sua segunda partida na LCL. Desta vez, a equipe masculina estendeu o jogo intencionalmente, atitude classificada pela própria Riot como exemplo de comportamento anti-desportivo. “Espera-se que as equipes joguem o seu melhor a todo tempo em qualquer partida da LCL, e evitem qualquer comportamento inconsistente em relação aos princípios de bom espírito esportivo, honestidade e fair play”, diz a regra da LCL. Fonte: gamespot
  7. Após mais uma rodada do CBLoL, o Flamengo segue na liderança isolada da competição. Com mais duas vitórias, contra a Redemption e INTZ, o rubro-negro está com 11 vitórias, quatro a mais do que a segunda colocada, Uppercut. Confira a entrevista de Goku e Shrimp. Vocês enfrentaram nesse jogo a estratégia do “zero farm”, vocês já estavam preparados para isso? Goku: Durante a nossa semana de treinos a gente enfrentou sim a estratégia de “zero farm” e a gente não achou muito forte, então a gente não se preocupou. Por que até então nunca deu certo contra a gente, então a gente nem deu bola e só jogou nosso jogo normal. Como que o Flamengo consegue manter essa boa forma durante todo esse tempo dentro do CBLoL? Goku: É mais simples do que parece: a gente só é melhor do que os outros times. A gente não faz nada fora desse mundo, a gente só treina igual todos os outros times treinam. Acho que a gente só consegue se sair melhor no stage. Se vocês chegarem ao final desse split, tem algum adversário preferido para enfrentar? Goku: Adversário preferido não, mas acho que vamos acabar enfrentando ou a Uppercut ou a KaBuM! na final. Hoje vocês são o time mais forte no Brasil e mesmo assim vocês têm mais dificuldades contra os times do final da tabela. Você acha que estamos muito longe do nível das equipes de outras regiões? Goku: Acho que sim. A gente no CBLoL erra muita coisa básica no jogo, talvez por indisciplina, não só no stage mas no scrim também. Então, eu acho que sim, tem um gap bem grande. Esse final de semana de vitórias da Uppercut te pegou de surpresa negativamente? Goku: Com certeza. Eu achava que a Uppercut estavam vindo em uma boa fase e de repente derrubara um pouco a performance. Semana passada tiveram aquele jogo contra a KaBuM! que ele viraram. Então, eu fui pego de surpresa. Acho que eles têm bastante potencial ainda. Acho que eles estão em um momento ruim e acredito fortemente que ao final do campeonato eles vão à final. Você sentiu alguma evolução do cenário brasileiros desde que você cegou aqui? Shrimp: Eu acho que não apenas o CBLoL, mas o mundo todo está evoluindo dessa forma, se a gente comparar de novembro até agora. Eu não levo um grande susto quando um time acaba vencendo o outro, como se fosse impossível que o time vencesse. Por que parece que eles estão em um nível muito parecido e alto, tirando o nosso, óbvio. Então acho que todos tem uma capacidade muito grande. Tem algum time que você gostaria de enfrentar em uma eventual final? Shrimp: Pessoalmente falando, a KaBuM! eu gostaria de encontrar nos playoffs e a na final eu gostaria de encontrar a Redemption ou a Uppercut. Pessoal eu conversei muito mais com o jungler na Redemption e por isso eu gostaria de encontra-los. A KaBuM! eu gostaria de encontrar nos playoffs e derruba-los. Quais são suas expectativas para o final do segundo turno e sua possível revanche contra a KaBuM! no começo do terceiro turno? Goku: Acho que no final do segundo turno provavelmente a gente vai ver quem vai estar mais próximo do quarto lugar, se vai ser KaBuM!, INTZ ou Keyd. Eu aposto que talvez a Keyd esteja na frente, talvez a KaBuM! venha um pouco depois. Mas aí a gente vai ver no fim do terceiro turno. Quanto ao nosso confronto contra a KaBuM! na terceira volta, a gente vai estar com a motivação muito grande pois eles são nosso rivais. Vai ser uma ótima partida. Você acreditar que a KaBuM! é um adversário no mesmo nível do Flamengo? Goku: A gente considera todos os times do mesmo nível. Eu creio que sim [a KaBuM! está no mesmo nível]. Fonte: maisesports
  8. A Vaevictis Esports – primeira equipe totalmente feminina no League of Legends a disputar uma liga oficial da Riot Games –, fez sua estreia na LCL, liga das Comunidades dos Estados Independentes. Nos picks e bans, os adversários baniram cinco suportes, demonstrando como o cenário do Esports é extremamente tóxico para as mulheres. A equipe adversária foi a RoX, organização que está no cenário desde 2014, não tendo conquistado o título do torneio nenhuma vez. View image on Twitter A Vaevictis saiu derrotada no confronto, o que resultou em mais piadas de mau gosto sobre as mulheres. O banimento em cima dos cinco suportes se deu pela crença de que a maioria do público feminino no LoL jogue somente nessa rota. Rapidamente os prints da ocasião se espalharam nas redes sociais, atingindo diversas outras mulheres que disseram estar decepcionadas. Além disso, as jogadoras relembraram a importância de ter uma liga exclusivamente feminina. Fonte: maisesports
  9. A sexta rodada do CBLoL 2019 começou neste sábado (16), já marcando a estreia do novo patch, que trás mudanças severas em alguns itens para atiradores. ProGaming x Uppercut Ver imagem no Twitter A primeira partida do dia foi um jogo de extremos na tabela. A ProGaming busca se recuperar na competição e sair da lanterna da competição, enquanto que a Uppercut busca ficar na cola do Flamengo pela liderança. Os caveiras vêm mostrando evolução a cada partida, mas ainda não era estava sendo o suficiente para conseguir a vitória. Contra os cangurus, a equipe brilhou e dominou a partida, conseguindo sua segunda vitória no CBLoL. Destaque na partida para a bot lane da equipe, que conseguiu uma grande vantagem e fez ótimas jogadas. Ver imagem no Twitter A atual campeã do CBLoL está conseguindo se recuperar no CBLoL, mas ainda permanece na parte de baixo da tabela. Os ninjas jogaram contra a CNB, que veio embalada de duas vitórias na última semana, e em uma partida muito disputada, conseguiram garantir a vitória. A KaBuM mostrou um bom controle dos momentos cruciais da partida, conseguindo vencer aos 40 minutos. Vivo Keyd x INTZ Ver imagem no Twitter Na terceira partida do dia tivemos um dos clássicos do CBLoL. Os guerreiros mais uma vez deixaram a bot lane micaO e Jockster no banco, optando por jogar com Klaus e Professor. Dessa fez a substituição funcionou, e com um desempenho excelente de Tockers, a Keyd voltou a vencer no CBLoL. A partida também foi marcada pela dominância absoluta dos guerreiros em dominar os dragões da partida, fator que foi crucial nas lutas que aconteceram no late game. Flamengo x Redemption Ver imagem no Twitter No último jogo do dia, o rubro negro buscava se isolar ainda mais na líderança da competição, enquanto a Redemption queria voltar a vencer, já que foi derrotada nas duas partidas da última semana. Foi uma partida “calma”, sem muitos abates, mas com uma boa dominância do Flamengo. O retorno dos hypercarrys para o meta fez com que brTT pudesse jogar com sua famosa Tristana, um dos fatores cruciais para a vitória. O Flamengo se isolou ainda mais na liderança da competição, e até agora só perdeu um jogo no CBLoL 2019. Fonte: maisesports
  10. O segundo turno da LCK 2018 está para começar e algumas equipes anunciaram novas contratações para o restante da competição. O top laner Lee “Flame” Ho-jong é o mais novo reforço da novata DAMWON Gaming. O sul-coreano é um dos jogadores mais conhecidos no mundo e começou sua carreira na Azubu Blaze. De lá pra cá acumulou passagens na CJ Entus Blaze, LGD, Incredible Miracle, Longzhu Gaming, Immortals e na última temporada, defendeu a camisa da FlyQuest. Flame se juntará ao novato Jang “Nuguri” Ha-gwon, que atualmente ocupa a posição de top laner títular da equipe. Ver imagem no Twitter A DAMWON Gaming está em seu primeiro split na LCK e permanece com bons resultados, ficando entre as cinco primeiras colocações da competição. Outras três equipes também realizaram contratações para esse segundo turno da competição. Confira: Griffin: Seo “Kanavi” Jin-hyeok (Jungler) Sandbox Gaming: Yoon “Justice” Seok-joon (Mid) Afreeca Freecs: Lee “Brook” Jang-hoon (Top), Kim “SSUN” Tae-yang (Mid), Seo “Ssol”Jin-sol (ADC), and Park “Senan” Hee-seok (Support). Fonte: maisesports
  11. O Flamengo iniciou com vitória contra a KaBuM em sua estreia no CBLOL 2019. Após a série MD1, o Mais e-Sports participou da coletiva de Imprensa que contava com o ADC Felipe “brTT” Gonçalves. O jogador comentou sobre o ano de 2019 e suas expectativas para o FLA Esports: “Eu diria que todo ano é sempre um desafio. Eu falei na sala do nosso time que estamos começando um novo capítulo das nossas vidas e eu acho que com essa line-up temos total condição de fazer história aqui no Brasil. Eu tenho total confiança nisso. O foco está em outro nível por conta deste meu pensamento, de saber que esta equipe tem realmente muito futuro.” O jornalista do Mais e-Sports questionou brTT se ele esperava o pick de Kalista realizado por Alexandre “TitaN” Lima e se ele acredita que o ADC da KaBuM não havia mostrado um jogo do nível esperado por ele. O atirador do FLA responde: “Não. Não esperava a Kalista. Eu sei que ele tem condição de jogar, é claro, mas não só porque… Eu acho que ele nunca jogou de Kalista no competitivo, mas eu acho que o campeão foi uma péssima escolha sim. Por conta da nossa composição e a composição deles eu não entendi muito bem. Isso eu acho que refletiu um pouco no jogo dele, não sei se ele não estava muito confiante, não sei o que aconteceu. Com certeza ele foi bem abaixo da média que ele aparenta jogar sempre.” Para finalizar, brTT explica que ainda está muito cedo para falar sobre um favoritismo para o campeonato e comenta: “Mas… Eu tenho convicção que todas as mudanças que nós fizemos e todas as contratações que fizemos só veio a somar absurdamente. Como eu falei, um dos fatores principais para um time ir muito bem não só no Brasil como fora no Brasil é a comissão técnica. Eu acho que é a primeira vez que eu me encontro realmente com uma comissão técnica de verdade, então, eu estou muito satisfeito e isso refletiu no jogo.” O Flamengo volta a jogar no CBLOL no Domingo (13) contra a ProGaming. Fonte: maisesports
  12. Após a vitória do Flamengo contra a KaBuM na estreia do CBLOL 2019, os jogadores participaram de uma coletiva de imprensa onde responderam perguntas dos jornalistas presentes no estúdio. Confira: As duas equipes voltarão jogar neste Domingo (13) na competição. Você pode apostar nos jogos do CBLOL 2019 através da Betway! Fonte: maisesports
  13. Nessa segunda-feira (14), a organização norte-americana Cloud9 anunciou mais uma grande parceria. A equipe deu boas-vindas à empresa mundialmente conhecida pelos seus equipamentos esportivos, a Puma. A parceria engloba somente o time de League of Legends da C9 que disputará o campeonato norte-americano do game, a LCS. A Puma será responsável por prover as vestimentas que a equipe usará tanto no dia-a-dia quanto nas competições. O acordo culmina na chegada de mais uma empresa não-endêmica aos Esports, caso parecido da empresa automobilística Audi que patrocinará a Origen no próximo split da LEC. Em 2018, a Cloud9 foi avaliada como a organização mais valiosa de Esports segundo a Forbes. A revista realizou um levantamento e afirmou que a C9 estava avaliada em mais de 300 milhões de dólares. No mesmo ano, a organização recebeu um investimento de 50 milhões de dólares em uma rodada de investimentos, liderada pela Valor Equity Partners, deixando a C9 na lista da Forbes de futuras startups bilionárias. Fonte: maisesports
  14. A INTZ, atual campeã da Superliga ABCDE, jogará novamente a final da competição de fim de temporada. Os intrépidos surpreenderam ao vencer a Vivo Keyd por 3-0 na semifinal. No primeiro jogo tivemos o Kassadin de Bruno “Envy” Farias saindo do controle da Vivo Keyd e criando uma bola de neve gigantesca para cima dos guerreiros. Mesmo com tropeços no mid game, a INTZ se manteve sempre no controle da partida e encerrou o jogo. Destaques também para todo o trabalho da INTZ para neutralizar Jonas “Caos” Vriesman na selva. No segundo jogo do confronto foi a vez de Rodrigo “Tay” Panisa tomar controle da lane contra Yang e abusar do bom início de jogo do Urgot contra o Jax. O top laner ficou gigantesco e foi crucial para a vitória dos intrépidos na segunda partida do jogo. Na terceira e última partida o jogo aparentava melhor para a Vivo Keyd. Porém, por volta dos 20 minutos de jogo os intrépidos começaram a encaixar uma série de pickoffs em cima do Jockster. Os abates em cima do suporte abriram espaço para INTZ ganhar mapa e em uma das situações, a torre do inibidor caiu. Com a vantagem, os intrépidos garantiram o controle do jogo e venceram o jogo 3. O clube jogará a grande final da Superliga no dia 23 de Dezembro contra o vencedor de paiN Gaming vs Santos eSports. fonte: maisesports
  15. O jogador Álvaro “Vvvert” Miguel é o mais novo integrante da Falkol, equipe que disputará o Circuito Desafiante de League of Legends no Brasil. Vvvert foi campeão do 2° split do CBLOL 2017 pela Team oNe e no mesmo ano foi eleito melhor jogador e melhor top laner no prêmio CBLOL. Em 2018, Vvvert atuou no 1° split pela Team oNe, onde a atual campeã foi rebaixada para o Circuito Desafiante, e pela ProGaming no split seguinte como mid laner. A Falkol surgiu contratando a dupla mid e jungle Thúlio “SirT” Carlos e Danniel “Evrot” Franco que atuava pelo Flamengo no 1° split deste ano. O time conquistou a vaga no Circuito Desafiante e emplacou logo em seguida um bootcamp para a Coréia. Vvvert vem como o 8° jogador da line da equipe, confira os nomes: Gabriel “Zen” Pontes – Top Álvaro “Vvvert” Miguel – Top Thúlio “SirT” Carlos – Jungler Mateus “Mewkyo” Ferraz – Jungler Danniel “Evrot” Franco – Mid Erick “Furyz” Susin – Mid Roberto “Road” Freitas – Bot Victor “Vahvel” Vieira – Suporte Ednilson “Jukaah” Vargas – Head Coach Fonte: maisesports
  16. O treinador Jimmy Harrison, quem teve passagem pela CNB e-Sports em 2018, foi anunciado pela Golden Guardians nessa terça-feira (18). O coach irá ajudar tanto a equipe principal quanto a academy. No Brasil, Jimmy ajudou a CNB na conquista do quarto lugar no primeiro split de 2018 e no terceiro lugar no último semestre do ano, quando o time caiu para o Flamengo e-Sports na escalada. Harrison já atuou nos Estados Unidos, trabalhando com Gustavo “baiano” Gomes pela Big Gods Jackals, onde disputou a Challenger Series norte-americana em 2017 e ao sair da CNB afirmou estar procurando por oportunidades nas grandes ligas ocidentais. - Publicidade - A Golden Guardians começou as atividades nos Esports na franquia da LCS NA em 2018 e ficou com a 10° colocação nos dois splits deste ano, tendo conquistado somente 9 vitórias entre 36 disputadas em todo o ano. A equipe que Jimmy estará a frente será: Kevin “Hauntzer” Yarnell (Topo) Juan “Contractz” Arturo Garcia (Caçador) Henrik “Froggen” Hansen (Meio) Matthew “Deftly” Chen (Atirador) Kim “Olleh” Joo-sung (Suporte) Fonte: maisesports
  17. Com 20 anos de idade, Bruno “Envy” Farias disputará a final da Superliga ABCDE contra a paiN Gaming no próximo domingo (23). O meio da INTZ e-Sports enfrentou a Vivo Keyd na semifinal do campeonato e atropelou os guerreiros, vencendo-os por 3×0. Após a série, Envy conversou com o Mais e-Sports sobre a série e as expectativas para a finalíssima. Confira: Vocês demonstraram muita dominância nessa série contra a Keyd, que apesar de muitas mudanças, é uma line muito forte. Ao que você atribui essa consistência que vocês tiveram? Envy: Eu acho que essa série foi fácil para a gente porque nós conseguimos jogar o nosso jogo e não cair no estilo deles, então, acho que jogamos bem os dois primeiros jogos e no terceiro erramos algumas coisas básicas. Eu acho que a antiga line da Keyd era um pouco mais sólida e com o Caos eles vão demorar um pouco para ter uma boa sinergia, então, devido a todas essas mudanças, nós saímos como um time melhor. Na última rodada vocês perderam para a paiN e o confronto foi considerado uma final antecipada. O que você espera para essa final? Envy: Vai ser uma final bem disputada, bem difícil. Teremos que ver todos os jogos deles, desdo início da Superliga para nos preparar e acho que caso não joguemos nosso cem porcento, não sairemos com a vitória. O que a INTZ pretende fazer para defender esse título? Você pode deixar algum recado para a torcida? Envy: A gente vai dar o nosso melhor e entregaremos nosso cem porcento, já que é o último campeonato do ano e isso significa bastante para a gente, porque dá parâmetros para nós vermos onde ficaremos no ano que vem e eu agradeço a todos torcedores da INTZ que nos suportam bastante e estão sempre torcendo por nós. Obrigado! fonte: maisesports
  18. Leonardo “Erasus” Faria está de casa nova. O caçador foi anunciado na última quarta-feira (19) na Operation Kino, onde será titular na busca do acesso da equipe para o Campeonato Brasileiro de League of Legends. É a quarta equipe que o jogador passa em um período de um ano mas não atuou nenhuma vez pela Red Canids e pelo Santos e-Sports. Conhecido por suas ótimas performances com o campeão Lee Sin, Erasus ainda não despontou no cenário brasileiro. A estreia do jogador será no Circuito Desafiante, onde a OPK passou os dois splits de 2018 buscando a classificação para o CBLoL. Já na Superliga ABCDE, a equipe terminou com 5 derrotas e nenhuma vitória, caindo na fase de grupos. Fonte: maisesports
  19. O futuro de um dos melhores caçadores do Brasil finalmente foi revelado. Após deixar a Vivo Keyd, Gabriel “Revolta” Henud será o novo caçador da RED Canids. O jogador estava defendendo os guerreiros desde o final de 2016, mas não era sua primeira passagem pelo clube. Revolta já havia jogado pela Keyd em outras três ocasiões diferentes. O jogador também teve passagens pela CNB, e pela INTZ, clube onde acumulou três títulos do CBLoL. Na busca pelo título, a Vivo Keyd acabou reunindo novamente a escalação apelidada de “Exodia”. A equipe não conseguiu corresponder as expectativas e em 2018 teve que se contentar com o vice-campeonato no primeiro split, e no segundo, a quarta colocação. O jogador ficou disponível para propostas no dia 23 de novembro. A Vivo Keyd está jogando a SuperLiga 2018 mas o jogador não participou de nenhuma partida da competição, e foi substituído pelo até então suporte da equipe Luan “Jockster” Cardoso. Junto a RED Canids, Revolta jogará o Circuito Desafiante na primeira metade de 2019, buscando ajudar a matilha a voltar para a elite do LoL brasileiro. O jogador dividirá a posição com Leonardo “Erasus” Faria. Confira a escalação completa da equipe até o momento: Top Pedro “LEP” Marcari Jungler Leonardo “Erasus” Faria Jungler Gabriel “Revolta” Henud Mid Adriano “Avenger” Perassoli ADC Gustavo “Sacy” Rossi Support Caio “Loop” Almeida Support Victor “Cabu” Oliveira Fonte: maisesports
  20. Na noite desta quinta-feira (06) tivemos o anuncio de uma contratação bem “inesperada” por todos. O chileno Sebastián “Tierwulf” Andrés é a nova contratação da Splyce para a próxima temporada da LEC. O chileno será o caçador reseva da equipe europeia. Tierwulf ficou conhecido pelos fãs brasileiros após jogar na Big Gods em 2016. O jogador já tinha jogador pela Renegades of Hell, Last Kings e Kaos Latin Gamers, equipe que o jogador retornou no final de 2016 e permaneceu até então. Em sua estádia pelo Brasil o jogador acabou terminando na última colocação após sua equipe receber uma punição logo no começo do campeonato, perdendo 16 pontos. Já na KLG, o chileno conquistou os três últimos títulos da CLS. O jogador irá dividir a posição com o já veterano Andrei “Xerxe” Dragomir. A Splyce terminou o primeiro split da LCS EU 2018 na terceira colocação, e na segunda metade do ano, terminou na 5°/6° posição. A equipe tentou lutar pela última vaga europeia no Mundial, mas acabou perdendo na segunda rodada para a G2. Tierwulf é a quarta contratação da equipe para a próxima temporada. Confira a escalação completa até o momento: Andrei “Odoamne” Pascu – Top Tamás “Vizicsacsi” Kiss – Top Andrei “Xerxe” Dragomir – Jungler Sebastián “Tierwulf” Andrés – Jungler Marek “Humanoid” Brázda – Mid Kasper “Kobbe” Kobberup – ADC Tore “Norskeren” Hoel Eilertsen – Support Fonte: maisesports
  21. Luci, novo suporte do Flamengo (Foto: Reprodução/Divulgação) O suporte recém-contratado do Flamengo eSports Han “Luci” Chang-hoon estreiou pela equipe nesta quinta-feira (6). Em embate sediado na CCXP 2018, o rubro-negro derrotou a IDM Gaming, com o coreano na rota inferior ao lado de Gabriel “Juzinho” Nishimura, que substituía o titular Felipe “brTT” Gonçalves. Após os jogos, o suporte, que chegou ao Brasil há menos de uma semana, comentou em entrevista ao Mais e-Sports sua primeira impressão sobre o país e a adaptação no time. Ele afirmou que seu primeiro impacto foi a temperatura alta: “Eu amo o inverno, mas aqui no Brasil parece que não tem (risos)… Mas isso não é um problema, é um ótimo país para viver”. Defender uma equipe como a do Flamengo e com a enorme torcida rubro-negra é uma grande responsabilidade. O sul-coreano, porém, não sente tanto o peso. “É uma ótima chance estar jogando aqui no Flamengo, então eu vou dar o meu melhor. Eu quero ser o melhor suporte aqui do Brasil”. Mesmo com o fuso de 11 horas de diferença entre Brasil e a Coreia do Sul, Luci demonstrou estar interessado no país “Já tinha ouvido falar do time do Flamengo e do brTT. Eu assistia o CBLoL para assistir os jogos do Flamengo, mas não via de nenhum outro time”. Na sua primeira passagem em uma equipe ocidental, o suporte demonstra confiança e estar com suas metas bem definidas. “O primeiro objetivo é classificar para o MSI, e eu adoraria vencer o segundo split também.” Luci também espera suporte dos torcedores. “Continuem me apoiando, porque a partir de agora eu vou praticar muito para ser um ótimo jogador… eu amo vocês”, finalizou o jogador. Fonte: maisesports
  22. Na última quinta-feira (6), o Flamengo eSports estreou parte da nova lineup em uma md3 contra a IDM Gaming na CCXP 2018, onde a equipe rubro-negra saiu vitoriosa por 2-1. Após o confronto, o novo topo Leonardo “Robo” Alves conversou com o Mais e-Sports. Confira: Como está sendo entrar em um novo time após defender a CNB e-Sports por dois splits do CBLOL? Robo: Está sendo bom para mim. Eles são ótimos jogadores, então eu estou gostando bastante, creio que vou me adaptar muito bem, estou muito satisfeito. Você entrou no lugar de um top laner coreano, o Jisu. O que você acha que precisa fazer para suprir essa saída dele e como o estilo de jogo de vocês diferem? Robo: O Jisu é bem consistente, é muito difícil matar ele mas tem o ponto fraco de que não pode depender muito dele. Se o time vencer, venceu, se perder, perdeu, já comigo é um pouco diferente. Eu arrisco mais, eu sou mais agressivo, então, se o time preferir focar na bot lane, eu consigo ficar bem assim no jogo, mas eu prefiro que joguem comigo porque eu gosto bastante de criar as jogadas para o time durante a partida. Como está sendo a comunicação no Flamengo tendo dois coreanos na equipe? Robo: Está sendo bem diferente para mim, na primeira partida eu não entendi quase nada mas agora estou me adaptando e com o tempo eu me acostumo. A gente se comunica em inglês, mas o que os coreanos querem falar entre eles, falam em coreano e a gente às vezes em português. Mas na maior parte do tempo é inglês mesmo. Qual sua expectativa para 2019 defendendo o Flamengo e podendo ver a performance das outras equipes? Robo: Minha expectativa é bem alta, espero poder ganhar os dois splits, participar do MSI e do Mundial e ir bem nos dois. Acho que não tem como não ser isso, nosso time é muito forte e estamos bem encaixados, por mais que o brTT ainda não esteja aqui treinando com a gente. Desde 2017 sua carreira está repleta de grandes times. Como é para você estar representando uma organização como o Flamengo, vista a história da equipe no futebol e a história que vem sendo criada no Esports? Robo: Para mim é uma honra estar representando o Flamengo, é um manto muito pesado e só pelo fato de ser Flamengo já representa uma torcida imensa. Eu normalmente não sofro com pressão e aqui também está sendo assim, mas o público tá me dando um suporte muito legal e eu amo essa nação e espero que continuem torcendo pela gente. Fonte: maisesports
  23. O jogador Luan “Jockster” Cardoso teve mudanças em sua carreira na pré-temporada. Jogando como caçador, o suporte por ofício substituiu Gabriel “Revolta” Henud até agora na Superliga ABCDE 2018, conseguindo bons resultados durante o torneio e tropeçando apenas para o Santos eSports, contra quem perderam por 2 a 1 na última rodada. Não é a primeira vez que Jockster joga na selva. Entre 2013 e 2015, o jogador alternou entre as posições de jungler, top laner e suporte — se estabilizando na rota inferior em 2016, na INTZ. O profissional comentou em entrevista ao Mais e-Sports seu papel atual na Vivo Keyd, a campanha no torneio de pré-temporada e o futuro da equipe. É a primeira vez em dois anos que a Keyd fica sem o Revolta e você está no lugar desse jogador, que sempre foi muito importante na equipe. Como está sendo assumir esse papel? Jockster: Eu estou bem feliz de ter essa oportunidade de jogar na jungle. Apesar de ser por imprevistos que aconteceram, eu acredito que estou cobrindo o papel do Revolta da melhor maneira possível, pelo menos ao meu ver. É óbvio que eu não vou chegar no nível dele tão rápido, eu tô jogando há quase um mês só e ele joga a vida inteira, então acho que era muito difícil eu realmente preencher a lacuna que ele deixou aqui no time. Mas eu acho que tenho preenchido uns 60% pelo menos, e eu acredito que foi algo muito bom para mim, porque entendendo a jungle, eu acredito que mesmo se eu voltar pra suporte eu vou ter essa experiência e isso é muito bom pra mim de qualquer maneira. Você vai ficar na role de caçador? Jockster: Não sabemos ainda, estamos em uma fase de testes. Eu acredito que a gente tenha que ter pelo menos uma semana pra entender como está funcionando o time, tem muita coisa pra acontecer ainda, a gente não se decidiu muito sobre como queremos jogar, e isso também influencia em quem vai ficar de suporte e quem vai para a jungle. Então precisamos de um tempinho a mais para entender o que queremos fazer e decidir se eu vou ficar na jungle ou não. Como a sua experiência como suporte em todos esses anos está te ajudando a desempenhar na jungle? Jockster: Acho que principalmente pra jogar com o Professor a minha experiência como suporte tá ajudando muito, eu consigo entender qunaod ele pode sair da lane e andar comigo, o que é muito importante nesse meta, eu consigo entender quando a gente pode entrar pra wardar, quando é perigoso a gente fazer alguma coisa, então eu acho que a noção de visão é algo que está me ajudando muito a jogar na jungle, e também está me ajudando a dar as calls do que fazer junto do Professor. E você, pessoalmente, gosta mais de jogar na jungle ou como suporte? Jockster: Pessoalmente, eu gosto mais da jungle, mas eu acredito que como um teammate o esperado é que eu faça o melhor para o time, então se o time achar que foi melhor eu jogar de suporte eu vou jogar tranquilamente e vou ser feliz como suporte. O que realmente importa para mim é que o time vá bem — se eu tiver que jogar de suporte eu não vou ficar triste, mas eu prefiro realmente a jungle. Você é historicamente um dos melhores suportes do Brasil, e está sendo substituído por um jogador que também é muito bom, o Professor. Como está rolando a troca de informações e experiência entre vocês? Jockster: Principalmente por ele ter vindo da ProGaming, ele trouxe uma visão muito diferente do jogo. A PRG tinha um estilo muito único, que eles sempre usaram e já funcionou muito, já deixou de funcionar, então eu acho que ele trazendo essa experiência pra mim eu consigo enxergar umas coisas que eu não enxergava antes. Eu acredito que também tô ajudando ele a entender principalmente como jogar junto com o seu ADC, não sei porque, mas sinto que ele não entendia isso muito bem na PRG. Agora que ele veio pra cá, eu estou ajudando ele bastante nisso, e ele também está me ajudando muito. Eu acho que ele trouxe muita coisa da PRG e é algo que agrega para todo mundo, não só para um suporte ou um jungler. Pra você, quais são as diferenças entre o seu estilo de jogo na jungle e o do Revolta? Jockster: Eu acho que o Revolta faz um jogo muito mais controlado do que eu. Eu procuro sempre ajudar as lanes quando elas precisam, e ele procura ajudar as lanes de outras maneiras, ele sabe que se ele encontrar o jungler inimigo, por exemplo, isso já vai dar uma chance das nossas lanes jogarem mais agressivo. Então eu acho que o estilo de jogo dele é mais controlado e o meu é um pouco mais doido, assim… Eu sempre estou procurando fazer alguma coisa que traga vantagem para as minhas lanes, e não só controlando o jogo com visão e pegando informação do outro jungler. O que você acredita que a Keyd ainda precisa setar para vir com tudo no CBLOL? Jockster: Eu acredito que a gente precise decidir ainda o que vai fazer com esse time, porque não sabemos ainda se eu vou continuar jungle mesmo, se vamos ter dois suportes… ter duas bot lanes é um negócio muito bom, então estamos pensando nisso também ainda. Assim que decidirmos isso, eu acredito que vamos conseguir treinar o que precisamos de verdade para funcionar como um time — que são coisas no mid game, no late game, como a gente vai comunicar, essas coisas que ainda não deu tempo de setar ainda, porque estamos preocupados com outras coisas que estão acontecendo fora do jogo. Fonte: maisesports
  24. Ayel, top laner da paiN, na Superliga ABCDE (Foto: Divulgação/Superliga) A paiN Gaming fechou sua campanha na fase de grupos da Superliga 2018 com uma vitória definitiva contra a INTZ e-Sports, vice-líder do Grupo B do torneio. Invictos no torneio, o clube se aproxima de fechar sua lineup para o Circuito Desafiante 2019, em que buscarão a vaga ao CBLOL. Após a série md3, o top laner Marcelo “Ayel” Mello comentou ao Mais e-Sports a campanha no campeonato de pré-temporada, a classificação para as semifinais e as expectativas para a etapa eliminatória. Confira: Tanto a paiN quanto a INTZ já tinham suas vagas garantidas nas semifinais antes da série de hoje. O que a vitória significa, nesse contexto? Ayel: Vencer da INTZ tem um gostinho a mais porque eu já fui do time, também. Além disso, perdemos para eles a vaga para o CBLOL, porque eles jogaram o relegation. Vencer deles prova também que somos um time mais forte, que nos consolidamos como um time realmente, porque durante a temporada não conseguimos encaixar muito bem e, agora, estamos conseguindo nos encaixar. A vitória em cima da INTZ prova que estamos nos distanciando da paiN que perdeu o Circuito Desafiante como perdemos. O que a Superliga em si tem significado para a paiN? Ayel: Não podemos menosprezar nenhum tipo de campeonato, não importa o que ele valha, onde seja, como seja sua estrutura ou qualquer coisa. Vamos sempre jogar nosso máximo, porque a paiN tem espírito competitivo, então sempre vamos dar nosso melhor. A Superliga é um campeonato excepcional para conseguirmos provar nossa consolidação como time e família. Estamos aproveitando muito bem o fim do ano e o campeonato para encaixar algumas peças. Sendo sincero, quando o esA entrou, não conseguimos nos entender muito bem, estávamos tendo dificuldade de encaixar, porque ele trouxe conhecimento do Flamengo, então foram muitas ideias ao mesmo tempo, além da mudança do patch. Então a Superliga está servindo para que o time prove a si mesmo que somos bons e que podemos ser um time, e amenizar as mágoas do passado, de termos caído ao Desafiante e não conseguir subir. É nossa hora de reascender. A série da paiN contra INTZ pode ser considerada uma final antecipada? Ayel: Eu não sei dizer se pode ser considerada uma final antecipada, porque também têm times fortes no outro grupo, como a Keyd, principalmente. O Santos e a ProGaming estão em um nível bem equiparado, então não tem como saber se foi uma final antecipada realmente com a INTZ, porque todos os times estão em um nível muito alto também. Acho complicado usar esse termo, já. Você acredita que o grupo A esteja mais fraco que o B? Ayel: Com certeza. No Grupo A tem um time que não tem nenhum tipo de experiência no tier 1 ou no tier 2, a Bulldozer, e tem times que não foram muito bem no CBLOL e no Tier 3, como o Santos, que não conseguiu subir pro tier 2, e a ProGaming, que não foi muito bem no CBLOL. A Falkol também tinha muita expectativa, mas não atenderam a ela, eles jogaram abaixo do nível. O Grupo A é sim muito mais fraco que o nosso, que tem times como a INTZ, que mesmo não indo bem no CBLOL são um time muito forte e consolidado. Na hora do “vamos ver” vão e fazem… até agora só fizeram no Relegation, mas eles são capazes sim de subir em um top 1 ou top 3 de times. O nosso grupo também tem a Team One, que muita gente botou muita expectativa, mas infelizmente o time parece não ter encaixado muito bem com a reformulação deles. Também temos a OPK, que está sempre no Circuitão e no nível do torneio, sem subir ou cair, mas não são um time fácil de ser vencido, eles tem muitas características chatas de vencer. Com base nisso, quem você prefere enfrentar nas semifinais da Superliga? E quem você acredita que consiga passar Ayel: Sinceramente, eu preferiria enfrentar o Santos ou a ProGaming. Acredito que sejam os times mais tranquilos de enfrentar nas semifinais. E eu queria uma final eletrizante contra um time que fosse considerado muito bom, como a Keyd ou a INTZ. Não tem como dizer muito bem quem passará do Grupo A, está entre o Santos e a ProGaming. Eu acredito que a ProGaming suba, porque o time deles é muito mais encaixado. Já o Santos tem jogos muito bons, mas tem jogos muito ruins também, então pra mim a ProGaming passa. A paiN vem de uma campanha muito boa, estando invicta. Você acredita que a equipe seja a favorita ao título? Ayel: Acredito sim, porque nenhum time da Superliga passou pela fase de grupos invicto. Obviamente somos o time favorito, mas não acho que isso faça diferença na semifinal e na final, porque a fase de grupos já acabou e o nosso foco a partir de agora são os playoffs. Você tem algum recado para a torcida? Ayel: Queria mandar um abraço e um obrigado a todos por terem torcido por nós e por terem acompanhado a gente até agora. Tamo junto! Fonte: maisesports
  25. Há poucos dias tivemos o Prêmio CBLoL, que busca reconhecer os melhores jogadores nas mais diversas categorias. Na China também ocorre uma premiação parecida, intitulada de “LPL Awards“, que conta com mais de dez categorias diferentes. Confira quem foram todos os vencedores: Revelação do ano: Yu “JackeyLove” Wen-Bo (ADC- Invictus Gaming) Importação do ano: Song “Rookie” Eui-jin (Mid – Invictus Gaming) Narrador do ano: Wanna Time com maior crescente: JD gaming Jogador mais popular do ano:Kang “TheShy” Seung-lok (Top – Invictus Gaming) Treinador do ano: Lee “Heart” Gwan-hyung (Royal Never Give Up) Dream Team: Kang “TheShy” Seung-lok (Top – Invictus Gaming) Gao “Ning” Zhen-Ning (Jungler – Invictus Gaming) Song “Rookie” Eui-jin (Mid – Invictus Gaming) Jian “Uzi” Zi-Hao (ADC – Royal Never Give Up) Shi “Ming” Sen-Ming (Support – Royal Never Give Up) Jogadores que ganharam como melhores em suas posições. Foto: Transmissão LPL Melhor jogador do ano: Song “Rookie” Eui-jin (Mid – Invictus Gaming) Melhor equipe do ano: Invictus Gaming Melhor gerenciamento de equipe: Edward Gaming Melhor Marketing de time: BLG O grande destaque da premiação foi a Invictus Gaming que conseguiu colocar seus jogadores em cinco categorias diferentes, além de vencer como melhor equipe do ano. O mid laner Rookie também brilhou na cerimônia, levando três prêmios para casa. A Invictus Gaming teve boas campanhas na LPL em 2018, mas acabou caindo duas vezes para a RNG. No mundial, a equipe foi a responsável por ganhar o primeiro título da China na história do torneio. Fonte: maisesports